sábado, 8 de novembro de 2014

Empresários querem mais segurança para seus negócios em Ceilândia


O setor produtivo de Ceilândia vem sofrendo no que tange ao crescente furto a lojas, em especial os empreendedores que tem seus estabelecimentos comerciais instalados ao longo da via Hélio Prates e na região central. De agosto de 2014 várias lojas foram alvo das  mais variadas modalidades de furto, desde o furto convencional aos que se valem da utilização de carro(famosas gangues da macha ré).

Para o presidente da Associação Comercial de Ceilândia – ACIC, Clemilton Saraiva, o empresariado percebe que a policia investigativa tem resolvidos alguns furtos por meio da prisão dos seu autores, o que no nosso primeiro entendimento se deve a dedicação das equipes de investigação da delegacia da área. Porém temos visto que estes furtos têm se repetidos e em alguns estabelecimentos, pasmem, os autores são os mesmos. Saraiva, alega que os furtos não estão no radar da justiça, visto que os autores dos repetidos furtos, ato continuo estão soltos e voltam a atuarem.


Para o presidente da ACIC, tal situação precisa ser discutida e precisa do envolvimento do setor produtivo, policia militar e civil, delegacias locais, Ministério Público e Judiciário local de forma desperta-los para o crescimento dos furtos ao comércio que se deve em parte ao aumento das práticas repetidas de alguns criminosos frente a sensação de impunidade, ou seja, identifica-se o autor do furto, prende-se e logo ele é solto e voltar a repetir os furtos, em alguns casos, nas mesmas empresas da cidade.
Diante de tal situação o setor produtivo de Ceilândia entende que é preciso desencadear um processo mais preventivo e constante de combate ao crime na cidade e uso de mais inteligência policial, a saber:

  1. - Maior ação da policia preventiva no que tange ao policiamento ostensivo e diário, com atenção para o período noturno visando coibir a ação de usuários de crack que estão se utilizando das famosas “casinhas de papelão” para furarem paredes das lojas e praticarem furtos de objetos de maior valor para manter o comércio de drogas;
  1. - Ações mais enérgicas e constantes das delegacias da cidade no que tange aos objetos furtados que alimentam “feiras” que vem diversificando sua oferta produtos e agregam agora outros de valores significativos (perfumes, roupas, eletrodomésticos e muitos outros de maior apelo comercial);
  1. - Maior ação de combate à comercialização e uso de crack e outras drogas na região central de Ceilândia, uso de inteligência policial e atuação dos órgãos de atendimento social aos consumidores de drogas;
  1. - Entrada em operação imediata do monitoramento por câmeras, visto que tem se identificado que os registros em vídeos dos furtos, que acontecem na cidade, principalmente na região central de Ceilândia, são de origem privada enquanto que as câmeras públicas instaladas na cidade parecem que não estão funcionando;
  1. - Uso de informações para atuação de inteligência policial por meio da realização de encontros periódicos com representantes do setor produtivo, Policia Militar, Delegacias de Ceilândia, Ministério Público e representante do judiciário (fórum local) de forma a identificar as principais demandas dos empresários e possíveis ações conjuntas visando coibir o furto e roubo aos estabelecimentos comerciais na cidade;
  1. - Divulgar e tornar público o acesso aos registros de ocorrências policiais em Ceilândia, categorizadas por números e tipos de crimes e encaminhamentos de solução dados a todos eles, resguardando dados de natureza pessoal e sigilosa, de forma que a sociedade tenha informações precisas do que acontece e tenha o controle social da gestão da segurança pública na cidade.

Para Saraiva, não dá mais para ficar de braços cruzados, há que encontrar meios que combatam o furto ao comércio local e maior sensação de segurança para a sociedade ceilandense, visto já estamos entrando em meses onde este tipo de crime junto ao comércio deve se elevar frente ao clima festivo, maior circulação de dinheiro e a necessidades dos criminosos em disporem de meios para manterem suas atividades.

Fonte: ACIC / Assessoria

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