domingo, 21 de dezembro de 2014

Escola Classe 59 de Ceilândia pede socorro


Há 25 anos, a Escola Classe 59, na QNN  36 de Ceilândia Sul, foi construída com a inicial intenção de ser provisória e funcionar por apenas cinco anos. Em 2012, o Tribunal de Contas do DF considerou a estrutura da instituição a pior do Distrito Federal e, desde então, pouca coisa mudou. 


No chão, desnivelado, há muitos buracos, que às vezes vitimam as crianças que estudam no local. “Eu já caí algumas vezes e meu caderno também molhou. Quando chove tem muita goteira”, revela Sarah Batista, de nove anos. A vice-diretora Liliane Brazil explica: “É uma escola que não tem telhado, apenas laje. Então, a água cai direto”. 

Para a próxima gestão, a vice-diretora acredita que as dificuldades serão grandes: “Tem que ver quais serão as prioridades do próximo governo, mas espero que a reconstrução da escola seja uma delas”. Até porque há o ensino integral para cem crianças no colégio, mesmo que não haja estrutura para isso. “Não temos refeitórios ou salas ambiente. Sala de informática, só se o professor levar, porque não existe um monitor”, enumera Brazil.      

Metas

Para a educação, o governador eleito tem cinco projetos, que envolvem ampliação da cobertura, implementação da educação integral em tempo integral, com promoção de projetos pedagógicos, envolvimento familiar e comunidades,  aumento da eficácia da alfabetização e reduzir repetência, distorção idade-série, evasão e abandono. Também está incluída a valorização de profissionais do setor.

Jéssica Antunes do JBr
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