sexta-feira, 12 de junho de 2015

Após morte de bebê no Hospital de Ceilândia, Saúde nega contaminação por bactéria multirresistente


Três dias após um bebê morrer no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) com a suspeita de estar infectado pela bactéria multirresistenteKlebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal negou nesta sexta (12) a contaminação. A pasta informou que foram feitos quatro exames de sangue no paciente e, em nenhum deles, foi identificado a presença da superbactéria. "Os exames apresentaram a presença da bactéria estafilococos de pele, que não é multirresistente", afirmou a secretaria. O corpo do bebê passará por uma necropsia para investigar a causa da morte.


A secretaria alegou, ainda, que o paciente nasceu prematuro, com 32 semanas de gestação. Ele tinha nove dias de vida e estava internado no berçário de baixo risco do HRC.  "A maternidade não foi isolada, pois não houve a infecção, nem risco a pacientes. Os atendimentos estão ocorrendo normalmente, sem restrição", completou. 

Em toda a rede pública de saúde, há sete pacientes infectados com bactérias multirresistentes. Segundo a pasta, todos eles estão isolados. Três deles estão no Hospital Regional de Ceilândia, um no Hospital Regional de Santa Maria, dois no Hospital Regional do Guará e um no Hospital Regional de Sobradinho. Nenhum caso foi identificado, até o momento, no Hospital Regional de Ceilândia, onde o bebê estava internado. 

Jornal de Brasília
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