sexta-feira, 10 de julho de 2015

Governador Rollemberg e a buchada da feira da Ceilândia


Na manhã desta quinta-feira (09), o Governador Rollemberg (PSB) e o Vice Renato Santana (PSD), fizeram uma visita à Ceilândia para constatar como ficou a revitalização do Centro da cidade.
Com uma governança completamente fora de órbita, que não se sabe o que foi feito nos sete primeiros meses de governo, a trapalhada continua. A governança dá entrevista falando da crise e da falta de dinheiro, e o alegre e humilde vice-governador desmente no outro dia dizendo que está tudo em ordem e que não faltará salário. Parece que não era o ex-chefe da casa civil – Hélio Doyle – o único a polemizar nas entrevistas.

O Governador Rollemberg tem que se explicar: não tem dinheiro em caixa, não têm serviços públicos de qualidade, não têm grandes obras em andamento, faltam medicamentos nos hospitais – mesmo depois do decreto emergencial – aliás, falta tudo. O GDF vive a inércia generalizada no GB. Que coisa estranha!
O que não faltam são contratos estranhos que custaram 9 milhões aos cofres públicos e estão sendo questionados no TCDF por falta de licitação, como a prova do conselho tutelar, e o emergencial do SLU com dispensa de licitação e custo de 48 milhões. Prática essa que coloca qualquer governo em cheque quanto à ética, transparência e suspeita de corrupção.
Com um evidente choque de gestão que vem atrasando todos os serviços públicos da cidade e colocando a saúde no topo da desordem, o governador, sentindo na pele as críticas das redes sociais, deu uma maquiada na Ceilândia, para cair nos braços do povo e encher o bucho de buchada de bode  na feira permanente da cidade, e se dizer “super popular”. Haja sustância e estômago para aguentar tanta politicagem.
Cris Oliveira
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