segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Polícia prende em Ceilândia supervisor de fast food suspeito de tráfico de drogas



Após dois meses de investigações, equipe da Coordenação de Repressão às Drogas da Polícia Civil do Distrito Federal (Cord/PCDF) desencadeou a Operação 4:20. No total, foram presos em flagrante seis criminosos e apreendidos 15 kg de maconha. As ações ocorreram nos dias 8 e 14 deste mês. 

No sábado (8), três homens acusados de tráfico e associação para o tráfico de drogas foram presos em flagrante. E.C.O., 30 anos, vulgo Rude, foi abordado no momento em que entregava uma mochila para E.E.G.B., 22, vulgo Baiano, após desembarcar de um ônibus oriundo de Goiânia/GO, na Rodoviária de Taguatinga. Na mochila havia 11 tijolos de maconha. 

Durante a ação policial, ficou constatado que B.V.M., 26, vulgo Mumu, aguardava E.E.G.B. em um VW/Voyage. Ele jogou o veículo em cima dos agentes e fugiu. Mas foi preso, em residência, no Riacho Fundo II, com o apoio de equipe do GTop/PMDF. Na residência dele, foram encontradas mais sete porções de maconha que, somados aos 11 tijolos, totalizaram 11 quilos da droga. Também foram apreendidos uma balança de precisão, um rolo de plástico, um veículo VW/Voyage, um celular e R$ 5,3 mil, em espécie. 

Já na noite de sexta-feira (14), os policiais da Cord desencadearam a segunda etapa da operação, quando realizaram a prisão de outros três criminosos, na QNM 10 da Ceilândia. Com eles foram apreendidos quatro quilos de maconha. Também foi realizada busca em um imóvel localizado na QNM 23 – Ceilândia, onde foram localizados uma pistola, calibre .380, com numeração raspada; R$ 1,5 mil, em espécie; uma balança digital de precisão; uma motocicleta; dois veículos, um deles zero quilômetro, avaliado em mais de R$ 100 mil reais.

L.C.K., 39 anos, vulgo Lula, o líder do grupo criminoso, trata-se de um traficante de drogas com antecedentes criminais. Ele se encontrava em liberdade condicional e, atualmente, também trabalhava como supervisor de contabilidade de uma grande rede de fast food. 

Com L.C.K. foram presos G.L.R.S., 40 anos, vulgo Minhoca, e P.R.P.S., 33 anos, vulgo Catatau. Ele estava em liberdade condicional, com antecedentes por tráfico de drogas. 

Caso condenado, L.C.K. poderá ser condenado a uma pena que pode variar de 11 a 31 anos de reclusão, além de regredir seu regime de pena e perder o benefício da liberdade condicional. Os demais poderão ser apenados de oito a 25 anos de reclusão, com exceção de P.R.P.S., que poderá ser condenado de três a dez anos de reclusão e regredir de regime.

Após as providências de praxe, os autuados foram recolhidos à carceragem da PCDF, à disposição do Poder Judiciário.
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