quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Polícia prende três pessoas em Ceilândia durante a Operação Jade


Na noite dessa terça-feira (25), a Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRF) realizou a prisão de três pessoas acusadas de roubar veículos de transporte de malotes bancários de cheques da empresa Jade. As prisões se deram em Ceilândia, durante operação deflagrada logo após um roubo ocorrido na manhã de ontem, na cidade de Goiânia/GO.

Na ação criminosa, os autores subtraíram vários malotes bancários pertencentes a diversos estabelecimentos comerciais de Goiás e do Distrito Federal.
De acordo com o delegado da DRF, Fernando César, a operação Jade é um desdobramento da Operação Pródito, deflagrada em agosto deste ano pela Polícia Civil do DF, que objetivou investigar uma associação criminosa formada por vigilantes suspeitos de planejarem explosões de terminais de autoatendimento no DF. No decorrer da operação, foi preso o vigilante R.F.S.C., apontado como integrante de um grupo criminoso que praticava roubos de veículos de transportes de malotes, principalmente nas cidades de Anápolis, Goiânia e no Distrito Federal.
“Na operação de ontem, restou confirmado que R.F.S.C. era um dos principais articuladores desse grupo que subtraía cheques dos malotes para fazer depósitos ou mesmo sacar valores em contas bancárias de “laranjas”, abertas de forma fraudulenta”, ressaltou o delegado da DRF. ”Na metade dos casos, esse grupo conseguiu ficar com os valores subtraídos. Já conseguimos investigar pelo menos 10 roubos.”
Durante a ação, também foram presos dois dos principais articuladores do grupo: J.E.V.M., 41 anos, e J.H.A., 51. “Eles possuem vários antecedentes criminais e nunca apareciam na execução dos roubos”, conta o delegado.
Segundo Fernando César, o quarto envolvido nos roubos, L.B.P., que não possui “ficha criminal”, mas é investigado em pelo menos outros quatro assaltos, também foi preso durante a operação Jade, logo após roubar os malotes em Goiânia.
Os autores, que irão responder pelos crimes de associação criminosa e roubo circunstanciado, foram recolhidos à carceragem da PCDF.
Divisão de Comunicação/DGPC
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