segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Microcefalia registrada no DF não foi causada por zika, afirma GDF


A Secretaria de Saúde descartou a associação ao Zika vírus ao único caso de microcefalia investigado em um bebê nascido no dia 4 de outubro no Distrito Federal. Nesse segundo semestre foram reportados ao Serviço de Vigilância Epidemiológica (SVE) sete casos da doença na capital. Eles serão investigados de acordo com o protocolo do Ministério da Saúde para confirmar o diagnóstico de microcefalia e se algum deles tem ligação com o Zika.

"O Distrito Federal não teve nenhum caso de Zika vírus. Os dois únicos foram importados. Foram contraídos em Teresina e em Salvador", relatou o subsecretário de Vigilância de Saúde, Tiago Coelho. Segundo ele, a população não tem motivos para se preocupar, no momento. "Não tivemos nenhuma epidemia de Zika Vírus no Distrito Federal", frisou o gestor, ao destacar que o combate ao Aedes aegypti é essencial.
Segundo o novo critério do Ministério de Saúde, entre 37 semanas e 42 semanas, se o bebê nascer com o diâmetro perímetro encefálico igual ou menor que 32 cm, a situação é levada em consideração.

Quando o recém-nascido passa pelo canal uterino, em parto normal, há um achatamento cranioencefálico, procedimento comum. Por exemplo, quando uma criança nasce com 31 centímetros, o crânio pode naturalmente alcançar 34 centímetros dentro de 24 a 48 horas. Portanto, é necessário cautela antes da confirmação de qualquer diagnóstico.
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