sábado, 30 de abril de 2016

Ceilândia e Luziânia reeditam final de 2012 no Mané Garrincha

Quando a bola rolar no gramado do Mané Garrincha, a partir das 16h30 deste sábado, Ceilândia e Luziânia colocarão mais um capítulo na rivalidade que se criou entre as duas equipes desde o Candangão de 2012, quando o Gato Preto sagrou-se campeão local pela segunda vez em sua história, batendo na final justamente o Azulino. Daquele campeonato, o técnico Adelson de Almeida permanece firme no comando do Ceilândia, enquanto o goleiro Edmar Sucuri e os defensores Thompson e Perivaldo continuam envergando o uniforme do Luziânia.


Acelere as ações até 2016. Quatro anos se passaram desde aquela decisão que deu o bicampeonato para o Ceilândia. De lá para cá, o Luziânia se tornou campeão local, jogando no mesmo Mané Garrincha que sedia a partida desta tarde, em 2014. Além de Thompson, Perivaldo e Sucuri, remanescentes da conquista histórica, que fez do time o primeiro de fora do Distrito Federal a levantar o caneco do Candangão, o Azulino goiano tem no banco de reservas o que pode ser um trunfo: a tranquilidade do técnico Ricardo Antônio, que chega em 2016 à sua terceira temporada como treinador do clube, algo raro no futebol brasileiro atualmente.

- Isso (longevidade no cargo) faz parte do planejamento e da confiança que os dirigentes depositam no nosso trabalho, na nossa comissão técnica. Isso nos ajuda na hora da escolha dos atletas para que tenhamos o mínimo de erros e as coisas possam fluir como têm fluído. A expectativa para o jogo está muito grande, assim como o respeito por nosso adversário. Sabemos da dificuldade que vai ser o jogo, mas estamos trabalhando para isso (conquistar o segundo título) – comemora o comandante do Azulino, que ainda se recupera da dengue e precisou contrariar ordens médicas para estar à beira do gramado na semifinal e na decisão do Candangão.
Do lado do Ceilândia, o técnico Adelson de Almeida também conta com um atleta remanescente do título conquistado quatro anos atrás: o atacante Cássius, veterano que acumula bons resultados no futebol local. Por parte do treinador do Gato Preto, que também comandou o time no triunfo em 2010, o discurso também é de respeito, sabendo da dificuldade que o único invicto no campeonato pode trazer a seus comandados.
- Estou muito feliz por estar na grande decisão de um dos campeonatos mais bem disputados da história do Candangão. Se (a final) for como foi o campeonato todo, vai ser uma partida muito disputada, decidida nos detalhes – ponderou, em entrevista ao site Esporte Candango. 
Os ingressos para a partida custam R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada. As entradas estarão à venda na bilheteria do Portão 14 do Mané Garrincha, a partir das 10h. Além dos que possuem o benefício por lei (idosos, estudantes, professores etc.), garantem o direito à meia-entrada doadores de sangue ou quem doar 1 kg de alimento não-perecível. O comprovante de meia-entrada (carteira de estudante, identidade ou comprovante de doação de sangue) deve ser apresentado no ato da compra do ingresso. Apenas o anel inferior do Mané Garrincha estará liberado, em um total de 22 mil lugares. 
*Por Lucas Magalhães do Globo Esporte
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