segunda-feira, 25 de abril de 2016

Já vai, Querido? Secretário de Saúde pode estar de saída

A coluna “Do Alto da Torre”, do Jornal de Brasília, desta segunda-feira (24), traz uma notícia no mínimo preocupante para os rumos da Saúde do Distrito Federal: a saída do recém-chegado secretário de Saúde, Humberto Fonseca. O chefe da pasta de maior complexidade do governo de Rodrigo Rollemberg assumiu no início de março, após a saída de Fábio Gondim, mas ainda não conseguiu mostrar serviço.

A mudança, como alerta a coluna assinada pelos jornalistas Millena Lopes, Isaac Marra e Francisco Dutra, será a terceira em menos de dois anos de gestão, se não computada a recusa, às vésperas da posse de Rollemberg, de Ivan Castelli.
Humberto Fonseca foi colocado no cargo com o claro propósito de implantar na rede pública de saúde as organizações sociais, intenção que deve se tornar ainda mais evidente esta semana, segundo alerta feito pelo distrital Ricardo Vale, que denunciou que o Buriti está preste a entregar na Câmara Legislativa o projeto lei que viabilizar a terceirização das unidades hospitalares do Distrito Federal.
Na mesma edição, agora na coluna “Ponto do Servidor”, a presidente do SindSaúde Marli Rodrigues alerta que as trocas de secretários na pasta da Saúde não surtem efeito pelo fato de toda a estrutura abaixo dos chefes da secretaria que passaram ou que estão no comando, não mudam.
“Por que o governador Rodrigo Rollemberg troca tanto de secretário de Saúde e não troca o subsecretário de Administração Geral, o diretor do Fundo de Saúde e a chefia da Assessoria Jurídica e Legislativa? Sempre quem cai é o secretário, os assessore nunca mudam”, afirmou a presidente do SindSaúde à coluna assinada pela jornalista Millena Lopes.
Marli Rodrigues destacou, nesta segunda-feira, que não será a troca de Humberto Fonseca por outro nome que vai mudar a situação da Secretaria de Saúde, que tem problemas internos. “Diante da situação que está estabelecida na Secretaria de Saúde, podem colocar quem quiserem que não vai para frente. Se o carro não tem motor a máquina não anda”, afirmou a presidente do SindSaúde.
*Por Sindsaúde
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