sexta-feira, 1 de abril de 2016

Polícia apreende adolescentes acusados de 43 assaltos a coletivos


Entre os dias 24 e 31 de março de 2016, na Cidade Estrutural, a Polícia Civil do DF, por intermédio da Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA I) e 8ª DP (SIA), deflagrou a Operação Expresso Seguro. A ação visou dar cumprimento a mandados judiciais em desfavor de adolescentes infratores acusados de pelo menos 43 assaltos a coletivos na Cidade Estrutural. Na operação, quatro menores foram apreendidos. 

De acordo com a Especializada, os mandados de apreensão foram expedidos após representação da DCA I que, em conjunto com a 8ª DP, apurou o envolvimento dos adolescentes em 43 assaltos a ônibus, na Via Estrutural, sendo 18 deles com o emprego de arma de fogo. Segundo apurado, foram cometidos cinco roubos apenas nos últimos 30 dias. No dia 22 de janeiro, os adolescentes dispararam contra o cobrador, ferindo-o gravemente. 

A DCA I também representou pela internação provisória do adolescente D.W.B. P., envolvido em quatro assaltos. Ele foi capturado pelo grupo tático operacional (GTOP) do 4º Batalhão de PMDF, no último dia 24 de março. 

As investigações da DCA I e 8ª DP apontaram, ainda, que no último semestre, os adolescentes se reuniram de modo estável e permanente para praticar atos infracionais análogos a roubo a coletivo. Apurou-se, também, que o grupo atuava de modo semelhante nos assaltos: agiam pela manhã ou no final da tarde; embarcavam pagando a passagem, deixando para agir nos arredores da Cidade Estrutural; empregavam armas de fogo curtas e facas; rendiam os funcionários com extrema violência e se abrigavam na Cidade Estrutural, onde residem. 

Diante da situação, as equipes da 8ª Delegacia de Polícia e DCA I mapearam a região dos assaltos, identificando o itinerário dos ônibus, horários e modo de atuação dos adolescentes. A partir da colaboração das vítimas, passageiros e cobradores, as delegacias identificaram os adolescentes. A autoridade policial representou pela internação dos infratores, a fim de evitar novos atos delituosos, considerando que os assaltos eram diários e criaram um clima de pânico na comunidade que se deslocava nos coletivos. 

Cumpridas as formalidades da Lei, os adolescentes foram submetidos aos procedimentos de praxe e, posteriormente, foram recolhidos ao NAI. 

Divisão de Comunicação/DGPC
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