sábado, 16 de julho de 2016

Corpo queimado encontrado em Ceilândia não é de adolescente desaparecida, diz polícia


(Jornal de Brasília/Metrópoles) Exames periciais divulgados na manhã deste sábado (16) apontaram que o corpo queimado em um matagal próximo de Ceilândia não é da adolescente Dayane Vitória dos Santos Pinto, de 14 anos, mas sim de Rayane Gomes da Costa, de 22 anos. Dayane segue desaparecida.


De acordo com o delegado-chefe da 23ª Delegacia de Polícia (P Sul), Victor Dan, os detidos deram informações desencontradas em seus depoimentos. “Um falou que a vítima se chamava Dayane, de 14 anos, e o outro disse que tratava-se da Rayane, de 22. Eles estavam sob o efeito de substâncias entorpecentes e não conseguiram reconhecer o corpo”, explicou ao portal Metrópoles.

A princípio, foi informado que a vítima era a adolescente de 14 anos. No entanto, a família de Rayane reconheceu a jovem. Segundo o delegado, ela bebia e fazia uso de drogas com os criminosos quando Edmanfre, conhecido por roubos na região, sentiu falta de R$ 900. Ele desconfiou da jovem e a atingiu com facadas e pauladas. “Depois eles queimaram o corpo com a vodka que bebiam”, contou o titular da delegacia.
Segundo a versão dos suspeitos, Edmanfre Cardoso da Costa, de 20 anos, e uma adolescente grávida, de 17 anos, a mulher assassinada estava usando Rophynol e bebendo vodka com os dois quando sumiram R$ 900. O sumiço do dinheiro irritou Edmanfre e a grávida, que desferiram pauladas, facadas e tiros na mulher, queimando seu corpo na vala localizada na Chácara 36 de Sol Nascente, e atearam fogo no corpo dela com pneus.
A confusão, segundo fontes da polícia, deve-se ao estado dos dois suspeitos pelo crime. Como estavam completamente drogados e alcoolizados quando foram presos, eles deram o nome errrado da vítima.
Assim, segue a busca de Deisyene Costa dos Santos, de 40 anos, pela filha Dayane Vitória dos Santos Pinto, que desapareceu na última segunda-feira (11), por volta das 7h. A adolescente saiu de casa, na QNP 16 de Ceilândia Sul, na companhia da irmã mais velha, de 16 anos, para ir a escola. Elas estudam no Centro de Ensino Fundamental 11, em Ceilândia, e no caminho, as jovem se desencontraram.
*Com Informações do Jornal de Brasília e Portal Metrópoles
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