segunda-feira, 18 de julho de 2016

Obras no Sol Nascente em Ceilândia serão intensificadas no período de seca


Os órgãos envolvidos nas obras do Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia, voltaram a se encontrar na manhã desta segunda-feira (18) para mais uma roda de avaliação do trabalho. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da reunião na sede da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos. “Temos até outubro para imprimir ritmo mais intenso”, destacou o governador, em referência ao período de seca. “Gostaria de pedir um empenho especial a todos os órgãos envolvidos para que aproveitem esse momento.”

Dividido em três trechos, o Sol Nascente passa por serviços de drenagem e pavimentação. Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos, os trabalhos no Trecho 1 avançaram 40% e, no Trecho 2, 20%. O início das obras no Trecho 3 ainda depende de licenciamento ambiental. O assunto está sendo tratado no Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Durante o encontro, foram apontadas 128 interferências, como casas em locais de bacias hidrográficas e postes da Companhia Elétrica de Brasília (CEB) em pontos estratégicos. Técnicos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) trabalham para solucionar essas questões.

De acordo com o secretário de Infraestrutura e Serviços Públicos, Antônio Raimundo Coimbra, o objetivo desses encontros, que ocorrem semanalmente às segundas-feiras, é integrar os envolvidos para que cada um exponha o andamento do trabalho. “Com base nesse diálogo, estruturamos nossas ações naquela região”, explicou.

Investimentos no Sol Nascente

Cerca de 100 mil pessoas serão beneficiadas com as obras no Trecho 1 do Sol Nascente. Os trabalhos começaram em fevereiro de 2015 e devem ser concluídos em 2017. A primeira etapa (há outras duas) foi dividida em seis bacias, onde serão executados 25,2 quilômetros de rede de drenagem e 304,9 mil metros quadrados de pavimentação.

As benfeitorias fazem parte do plano de obras do governo, divulgado no segundo semestre do ano passado. No Trecho 1, o custo estimado é de R$ 41,5 milhões, com recursos da Caixa Econômica Federal e do governo de Brasília. No Trecho 2, as obras, iniciadas em setembro, terão investimento de R$ 79,7 milhões. No Trecho 3, de R$ 66,3 milhões.


Também participaram da reunião na manhã desta segunda (18) a diretora-presidente da Agência de Fiscalização (Agefis), Bruna Pinheiro, o chefe de Gabinete da Governadoria, Carlos Tomé, e o administrador de Ceilândia, Vilson José de Oliveira, entre outras autoridades.

*Agência Brasília
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