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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Unidade básica em Ceilândia é convertida para saúde da família



A Unidade Básica de Saúde (UBS) 9 de Ceilândia foi convertida para saúde da família. De acordo com Governo de Brasília, o remanejamento de alguns enfermeiros da rede permitiram que o local passasse a contar com nove equipes de saúde da família — seis a mais que antes — e ampliasse de 10% para 100% a cobertura da estratégia. As mudanças vão desde o formato da consulta até o resultado que ele proporciona na vida dos pacientes. 

Com a mudança, a Unidade Básica de Saúde 9 também ampliará o horário de atendimento. Antes, no local, havia consultas apenas em dias de semana, das 7 horas ao meio-dia e das 13 às 18 horas.
A nova escala possibilitará que, até junho, os atendimentos comecem a ser das 7 às 19 horas, de segunda a sexta-feira, e das 7 horas ao meio-dia, aos sábados.
Segundo o diretor de Atenção Primária da Região Oeste, Luís Henrique Mota, a fase agora é de organizar o fluxo de trabalho. O território, com cerca de 30 mil pessoas, será dividido e vinculado a cada uma das equipes. A agenda dos profissionais será 50% destinada às consultas marcadas previamente e 50% para pessoas que não tenham feito o agendamento.
As seis equipes de saúde da família substituíram quatro especialistas: dois clínicos, um ginecologista e um pediatra. Esses profissionais foram transferidos para outras unidades básicas ou para outro nível de atenção, por exemplo. No caso do pediatra, ele será transformado em um especialista de retaguarda.

Base da estratégia é o vínculo com o paciente

A Estratégia Saúde da Família tem como base o atendimento integral ao paciente. O contato mais cuidadoso com a vida de cada pessoa faz com que o método não eleja o consultório médico como único lugar para se cuidar da saúde. 
Além dos seis profissionais, Ceilândia recebeu outros quatro médicos de saúde da família e comunidade. Com isso, foi possível criar duas equipes da estratégia na Unidade Básica de 2, que estava com atendimento exclusivamente sob o antigo modelo.
Além disso, foi ampliado o número de equipes nas unidades 8 e 12 (ambas puderam criar mais um grupo), que foram escolhidas dentro de critérios de vulnerabilidade para estarem entre as quatro primeiras a migrar o atendimento para exclusivamente Estratégia Saúde da Família.
Ceilândia começou o processo de conversão com cobertura de 23,4%. Atualmente esse número já chega a 42,9%.
*Com informações da Agência Brasília