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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Falta o básico na maternidade do Hospital Regional de Ceilândia



No Hospital Regional de Ceilândia (HRC) falta o básico na maternidade. O movimento é muito grande em uma das principais unidades hospitalares do DF. Há mulheres que estão indo fazer acompanhamento de pré-natal e outras que já procuram o hospital em trabalho de parto. Insumos simples e necessários em uma maternidade, como absorventes femininos e fraldas para os recém-nascidos estão em falta.
Outra dificuldade enfrentada é na questão da comunicação. Quem precisa entrar em contato com a maternidade do Hospital Regional de Ceilândia não consegue, pois o telefone está cortado há mais de um ano. O que ocorre não só no HRC, mas em todos os hospitais e postos de saúde do Distrito Federal.A Secretaria de Saúde afirmou que está tentando reestabelecer as linhas telefônicas o quanto antes.
Um ano sem telefone, é pior do que se imagina. Também faltam pediatras e provavelmente, pessoal para realizar um bom parto ou cuidar de casos mais sérios em que sejam necessários a realização de uma cesariana.
Na avaliação de Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde, o futuro da saúde no DF é fazer com que os pacientes passem a utilizar os hospitais do Entorno, em Goiás.
“Os hospitais estaduais de Goiás estão muito bem administrados. Esse deslocamento já ocorre com pacientes que moram próximo de cidades do Entorno, como Santa Maria e Gama, que recorrem às unidades de saúde do Novo Gama ou Valparaíso de Goiás. Além de moradores de Ceilândia e Brazlândia, que buscam, muitas vezes, aos hospitais de Águas Lindas ou Santo Antônio do Descoberto”, destaca a sindicalista.
Falta de medicamentos
No Hospital Regional de Ceilândia estão em falta o anti-inflamatório e analgésico Tenoxican, muito usado para tratar fraturas, e o antibiótico Cefalexina, que combate infecções na pele. A Secretaria de Saúde confirmou que o antibiótico Cefalexina está em falta e que aguarda a entrega do fornecedor para regularizar o abastecimento.
Na Farmácia de Alto Custo a falta de remédios é uma constante. Todos os meses pacientes cadastrados recebem a informação de que determinados medicamentos estão em falta e não há previsão de chegada. Dessa vez, quem vive o drama são pacientes que sofrem de epilepsia e utilizam o Lamotrigina para se tratarem.
A SES-DF confirmou a falta de Lamotrigina, e informou que o medicamento está na fase final do processo de compra. Porém, não deu previsão de reabastecimento na rede.
*Informações Sindsaúde