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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Polícia de Ceilândia prende homens que usavam dados de mortos para cometer estelionato



Polícia Civil do Distrito Federal prendeu dois homens suspeitos de integrar uma organização criminosa especializada em fraudar dados de pessoas mortas para obter vantagens financeiras em bancos. No cadastro da Receita Federal, as pessoas apareciam como vivas.

A Operação Ammit levou cerca de três meses para chegar aos suspeitos – entre eles, um ex-policial civil e um bancário, que colaborou com as investigações. Outros dois estão foragidos.

De acordo com a polícia, o grupo usava o CPF de pessoas mortas para falsificar documentos e realizar operações bancárias, como saques e empréstimos. O esquema só funcionava, segundo o delegado responsável Vitor Falcão, porque o gerente de banco ficava responsável por ocultar as transações criminosas.

Os policiais da 24ª DP, em Ceilândia, responsáveis pela operação, apreenderam cerca de 50 documentos – entre identidades, carteiras de habilitação, contratos e cartões bancários. Segundo o delegado, o grupo obteve cerca de R$ 1 milhão com o esquema.

Os suspeitos que estão presos são considerados pela Polícia Civil como os "cabeças" do esquema. A dupla era responsável pelo planejamento das ações e pela falsificação dos documentos. De acordo com o delegado, eles acessavam contatos na Receita Federal e na Previdência Social para obter informações privilegiadas.

*Informações Polícia Civil do DF / G1-DF