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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Governo promete ampliar medidas emergenciais no Sol Nascente, em Ceilândia



Em continuidade às ações para remediar os problemas dos moradores do Sol Nascente, em Ceilândia, provocados por fortes chuvas na quarta-feira (1º) e no feriado de Finados, o governo de Brasília reuniu-se novamente no local na manhã deste domingo (5).

No encontro do comitê de crise, os representantes dos órgãos envolvidos na recuperação dos estragos causados pelo temporal definiram medidas a serem tomadas imediatamente, além das que já haviam sido determinadas na sexta-feira (3).

Uma delas, a sinalização de pontos mais críticos, contará com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Na reunião de hoje, ficou determinado que a autarquia vai sinalizar a via atrás da Feira do Produtor, onde os carros conseguem passar mas há muitos buracos.
O secretário das Cidades, Marcos Dantas, explicou que ontem (4) não foi possível trabalhar na região porque o solo ainda estava úmido, o que impediu a presença das máquinas. Mesmo assim, o comitê monitorou a região 24 horas por dia, remotamente e com a presença de servidores da Defesa Civil.

Comitê de crise é formado por 13 órgãos

O comitê de crise criado pelo governo de Brasília para mitigar os estragos no Sol Nascente e garantir a continuidade das obras tem plantão remoto de 24 horas e é formado por 13 órgãos. São eles:

  • Administração Regional de Ceilândia
  • Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)
  • Corpo de Bombeiros Militar
  • Companhia Energética de Brasília (CEB)
  • Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
  • Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab)
  • Defesa Civil
  • Polícia Militar
  • Secretaria das Cidades
  • Secretaria de Projetos Estratégicos
  • Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos
  • Secretaria do Trabalho, Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos
  • Serviço de Limpeza Urbana (SLU)


O Sol Nascente passa por amplo processo de urbanização. Desde 2015, o condomínio recebe asfalto, redes de águas pluviais e equipamentos públicos diversos. Segundo a Secretaria de Infraestrutura, cerca de 95 mil moradores serão beneficiados.

No Trecho 1, as obras de infraestrutura englobam 25,2 quilômetros de redes de drenagem; cinco lagoas de detenção; e a pavimentação de 304,9 mil metros quadrados de vias, de 7 metros de largura, o equivalente a 44 quilômetros.

As intervenções no Trecho 2 compreendem a execução de 30,3 quilômetros de redes de drenagem, a construção de três lagoas de retenção, além da pavimentação de 493,5 mil metros quadrados de vias, o equivalente a 70 quilômetros de vias de 7 metros de largura.

No Trecho 3, o contrato prevê 21,3 quilômetros de redes de drenagem, três lagoas de retenção e 450,5 mil metros quadrados de pavimentação.


No total, são investidos R$ 220,3 milhões em benfeitorias no setor habitacional. Os recursos são originários da Caixa Econômica Federal (75%), com contrapartida do governo de Brasília (25%).

Fonte: Agência Brasília