Idosos no mercado de trabalho

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Idosos no mercado de trabalho
 
Seja por necessidade de complementar a renda ou por paixão pela profissão que exercem, muitos idosos estão dispostos a trabalhar, porém ainda enfrentam dificuldade para ocupar seu lugar no concorrido mercado. Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) contínua, o desemprego entre os idosos saiu de 18,5% em 2013 para 40,3% em 2018. O levantamento ainda mostrou um aprofundamento da informalidade nesse segmento. As vagas com carteira assinada representavam 27,6% do total nesse grupo populacional no primeiro trimestre de 2016, índice que diminuiu para 26,6% no primeiro trimestre de 2018. Ou seja, os trabalhos sem registro da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas – ou por conta própria ganharam mais espaço.
Kika Carvalho, 63 anos, turismóloga, possui uma mente jovial refletida também em sua aparência. Para ela, o empresariado tem uma visão distorcida sobre a contratação de pessoas com idades avançadas. “Na realidade, pensa: idoso? Não contrato porque adoece mais e isso vai me custar mais dinheiro. O empresário ignora que a experiência que esse idoso tem agregada ao uso da tecnologia, ele será mais produtivo para a empresa”, defende.   
Com o envelhecimento da população, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizou uma projeção que revela que o percentual de pessoas idosas deve chegar este ano a 9,52% e, em 2060, a 25,5%. Com o aumento da expectativa de vida, a geração mais nova tem muito que aprender com a geração mais velha, principalmente a desacelerar e ter mais paciência. “O jovem hoje quer que tudo aconteça rapidamente. Se um idoso demora em acessar ou teclar um botão para fazer algo… Nossa!!! Vem logo a frase: você é lerda. O que não concordo”, relata Kika.  
Qualificação + Mercado de Trabalho
Para o público longevo, a qualificação é um dos maiores desafios na tentativa de retorno ao trabalho. Diante disso, Kika resolveu investir em uma bolsa de estudo do Educa Mais Brasil para o curso de MBA em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais. “Minha escolha foi muito em função da área que atuo, turismo. E já estou contribuindo, desde o começo do curso. Nas consultorias, mostrando a importância do uso das mídias sociais e digitais para as empresas, municípios que querem desenvolver a atividade, mas ficam investindo erradamente em folhetos nas feiras de turismo, como se isso fosse atingir o público alvo de cada um”.
Agência Educa Mais Brasil
LEIA TAMBÉM -   GDF prepara Taguaparque para receber a festa de Pentecostes

Deixe uma resposta

Posts Relacionados

%d blogueiros gostam disto: