Governo estuda implantar projeto Cis Educar nas escolas do DF

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Governo estuda implantar projeto Cis Educar nas escolas do DF

O Governo do Distrito Federal
(GDF) estuda implantar em escolas públicas o projeto Cis Educar. O modelo de
desenvolvimento emocional do coach Paulo Vieira tem como base a construção de
uma memória cercada de referências positivas, principalmente em crianças de
menores de 12 anos. O material será aplicado de forma suplementar à grade
curricular de ensino das unidades geridas pela Secretaria de Estado da
Educação.

Inicialmente, dez escolas com maior vulnerabilidade do DF
serão avaliadas para aplicação de um projeto piloto, atendendo cerca de seis
mil estudantes. Pais e professores também serão atendidos pelo programa que
inclui livros de fundamentação teórica para os professores, livros para os
alunos, formação, aplicativo para smartphones, manual e um tutor online para
orientar os professores.

Vieira apresentou o projeto à primeira-dama Mayara Noronha, à
esposa do vice-governador, Ana Paula Hoff, e aos secretários de Educação,
Rafael Parente, e de Fazenda, Planejamento, Orçamento e Gestão, André Clemente.

Pela metodologia do Projeto Cis Educar, é na infância que as
principais crenças são formadas. E são elas responsáveis pela forma de pensar,
agir e sentir das pessoas, sendo determinantes para o sucesso de cada um.
Segundo Paulo Vieira, crianças que se desenvolvem tendo crenças positivas, ao
encontrarem dificuldades e obstáculos, manifestam resiliência, merecimento,
humildade, coragem, identidade, capacidade, determinação e tolerância.

De acordo com Paulo Vieira, líder da empresa de coaching com
sedes no Brasil e no exterior, a base emocional de um indivíduo é desenvolvida
de zero a 12 anos de idade. “Ofereceremos ferramentas para auxiliar pais na
educação dos seus filhos também dentro de casa”, afirma.

André Clemente fará um estudo dos custos para a aplicação do
programa no DF. Ele também espera estender o atendimento de liderança do coach
a servidores do GDF. “O servidor público vem com a auto estima baixa e sem
conhecimento, inclusive, da cidade que atende. Queremos melhorar esse quadro”,
observou ele.
Agência Brasília
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