Após morte de bebê no Hospital de Ceilândia, Saúde nega contaminação por bactéria multirresistente


Três dias após um bebê morrer no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) com a suspeita de estar infectado pela bactéria multirresistenteKlebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal negou nesta sexta (12) a contaminação. A pasta informou que foram feitos quatro exames de sangue no paciente e, em nenhum deles, foi identificado a presença da superbactéria. "Os exames apresentaram a presença da bactéria estafilococos de pele, que não é multirresistente", afirmou a secretaria. O corpo do bebê passará por uma necropsia para investigar a causa da morte.


A secretaria alegou, ainda, que o paciente nasceu prematuro, com 32 semanas de gestação. Ele tinha nove dias de vida e estava internado no berçário de baixo risco do HRC.  "A maternidade não foi isolada, pois não houve a infecção, nem risco a pacientes. Os atendimentos estão ocorrendo normalmente, sem restrição", completou. 

Em toda a rede pública de saúde, há sete pacientes infectados com bactérias multirresistentes. Segundo a pasta, todos eles estão isolados. Três deles estão no Hospital Regional de Ceilândia, um no Hospital Regional de Santa Maria, dois no Hospital Regional do Guará e um no Hospital Regional de Sobradinho. Nenhum caso foi identificado, até o momento, no Hospital Regional de Ceilândia, onde o bebê estava internado. 

Jornal de Brasília
Após morte de bebê no Hospital de Ceilândia, Saúde nega contaminação por bactéria multirresistente Após morte de bebê no Hospital de Ceilândia, Saúde nega contaminação por bactéria multirresistente Reviewed by Diário de Ceilândia on sexta-feira, junho 12, 2015 Rating: 5

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