Veja o que é fato e o que é boato sobre o projeto Escola Compartilhada


Escola militar e escola de gestão compartilhada são a mesma coisa.

A gestão das escolas será compartilhada com a Polícia Militar e com a participação do Corpo de Bombeiros. A Secretaria de Educação vai continuar dirigindo as escolas e cuidando de toda a parte pedagógica, enquanto os militares vão se ater à direção dos aspectos disciplinares, administrativos e das atividades de contra turno, como aulas de música, esporte, xadrez e aulas de ética e cidadania.

As escolas no Distrito Federal vão seguir integralmente os modelos já existentes em outros estados

Embora existam coincidências em alguns aspectos, as secretarias de Educação e de Segurança do DF desenvolveram um modelo próprio para o Distrito Federal, com particularidades que atendem a rede.

O uniforme será cobrado das famílias.

A Secretaria de Educação firmou uma parceria com a Fábrica Social para a produção dos uniformes, que serão doados aos alunos.

Haverá cobrança de taxas.

As famílias poderão se vincular às associações de pais e mestres, como já acontece hoje, sem a obrigatoriedade de fazer contribuições. A escola, apesar da gestão compartilhada, continuará pública e gratuita.


Meninas usarão coque e meninos cabelos curtos.

Como é comum no aspecto disciplinar das escolas que compartilham sua gestão com os militares, os uniformes e as normas de uso do cabelo definem coque para as meninas e cabelo curto para os meninos.

Estudantes do ensino especial serão excluídos dessas escolas.

As escolas são e permanecerão inclusivas e as crianças com deficiência continuarão a receber o tratamento adequado que recebem atualmente..

Metade das vagas é reservada para filhos de militares.

Diferentemente das escolas militares, as escolas de gestão compartilhada não selecionam estudante com base nesses critério

Professores serão obrigados a permanecer nessas escolas.

Os professores que não se identificarem com o projeto poderão solicitar às regionais de ensino o remanejamento para outras escolas, assim como acontece atualmente.

Apenas quatro escolas estão contempladas no projeto.

A intenção do governador Ibaneis Rocha é ampliar o projeto para mais 36 escolas ainda este ano, conforme o sucesso da implantação.

A comunidade participará sempre da escolha das escolas.

A Lei de Gestão Democrática define regras apenas para a eleição dos diretores, mas a Secretaria de Educação só implantará os projetos com o aval das comunidades das escolas selecionadas.

A área pedagógica será influenciada pela gestão militar.

O modelo de gestão compartilhada permite ao professor, ao coordenador pedagógico e ao diretor destinarem integralmente seu tempo  e dedicação à gestão pedagógica, sem a preocupação de zelar pela gestão administrativa e disciplinar da escola.

A individualidade dos estudantes será mantida.

O fato de implementar critérios disciplinares, bem como o uso de uniformes e normas mais rígidas, não compromete a individualidade dos estudantes. Esses aspectos, pelo contrário, reforçam a autoestima, minimizam  causas de bulliyng e trazem um forte sentimento de pertencimento a um grupo de sucesso.


Estudantes com baixo rendimento ou problemas disciplinares serão expulsos.

A gestão compartilhada proporciona aos professores e coordenadores tempo integral para acompanhamento dos estudantes, além de ajudá-los  em seu desenvolvimento. Simultaneamente e em parceria com a gestão pedagógica, os responsáveis são chamados a participar ativamente  da evolução dos aspectos disciplinares dos estudantes.


Os responsáveis terão acesso a um aplicativo gratuito para acompanhar o desenvolvimento dos estudantes.

A implantação do aplicativo começou a ser feita. Até o final de fevereiro, todos os responsáveis que tiverem um celular com internet poderão acompanhar o dia-a-dia dos estudantes na escola. O aplicativo irá informar  se os alunos compareceram à escola, horários de entrada e saída, comportamento, elogios e desempenho escolar.

Haverá provas para ingresso na escola de gestão compartilhada.

O projeto piloto das escolas será implementado com os estudantes que já estão matriculados nas escolas. Com o  sucesso do projeto, estima-se que a procura por vagas nessas escolas irá se intensificar em 2020. Até lá, um processo de sorteio  transparente será definido e divulgado.


Todas as escolas da rede terão o modelo de gestão compartilhada.

O modelo de gestão compartilhada é apenas um dos modelos ofertados pela rede pública de ensino e vai ao encontro dos anseios de boa parcela da comunidade escolar.

A EJA vai acabar nas escolas com gestão compartilhada.

As aulas na  Educação de Jovens e Adultos (EJA) continuam nas unidades escolares que já ofereciam essa modalidade de ensino. Os estudantes da EJA  também não precisarão usar os uniformes.

Fonte: Secretaria de Educação do DF
Veja o que é fato e o que é boato sobre o projeto Escola Compartilhada Veja o que é fato e o que é boato sobre o projeto Escola Compartilhada Reviewed by Diário de Ceilândia on quinta-feira, fevereiro 07, 2019 Rating: 5

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