As vacinas fazem mal a saúde?

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As vacinas fazem mal a saúde?

A vacinação é um método de preventivo com o objetivo de imunizar o maior
número de pessoas possíveis a fim de erradicar determinada doença. Segundo a
Organização Mundial da Saúde (OMS) uma boa taxa de cobertura de vacinas é de
95% da população.
Quando este nível de imunização é atingido, o vírus consegue ser
erradicado do local. Esse método é denominado “imunização rebanho”, e consiste
em manter os 5% que não foram vacinados com uma chance irrisória de entrar em
contato com o patógeno e, portanto, desenvolver a doença.
Embora sejam cientificamente comprovadas e importantes para a segurança
da  saúde pública, as vacinas estão sendo
contestadas por uma  parte crescente da
população. Dúvidas sobre sua produção, eficácia e principalmente sobre os
efeitos colaterais podem contribuir para esse quadro. Por este motivo,  faz-se necessário seu esclarecimento:

Produção


A produção da vacina começa com a cultura dos agentes infecciosos, os
vírus e as bactérias. Quando o número suficiente dessa produção é atingido, esses
agentes são purificados e seguidamente mortos ou atenuados.
Dessa forma não são mais capazes de causar malefícios à determinado
organismo. Após esse procedimento, outros componentes são adicionados à
composição para permitir a eficiência da resposta imune e também facilitar a
sua administração.

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Ressalta-se que a formulação de vacinas é um processo muito rigoroso com
relação a sua qualidade e eficiência, adotam-se uma série de protocolos para
garantir esse objetivo.

Funcionamento


Existe uma diversidade de formas de imunização por vacinas, já que elas
podem ser produzidas de diversas formas. Elas são classificadas em 3 principais
grupos:
Vacinas inativadas: São vacinas
produzidas por meio da morte do vírus ou da bactéria, o que os impede de se
multiplicarem no organismo. Os vírus mortos são inseridos no organismo e o
mesmo desenvolve uma resposta em cadeia sem risco de contração da doença.
Vacinas vivas
atenuadas:
Consiste na inserção de um vírus ou bactéria atenuado, ou seja, a cadeia
de contágio ocorre de mesma forma, com replicação e resposta do sistema imune,
porém não há  risco de desenvolvimento a
doença. Essa modificação normalmente é estrutural, o que impede que o vírus ou
bactéria provoque danos, mas não inibe a produção de anticorpos.
Vacinas
recombinantes:
Nesse tipo de vacina ocorre a manipulação de DNA dos
vírus ou bactérias de determinada doença. Ao manipular o material genético do
agente da doença, a ação danosa é anulada, porém a resposta imune e a
propagação do agente é a mesma.

Efeitos colaterais


Ao tomar uma vacina são desencadeados processos que simulam o contágio
pelo vírus, dessa forma alguns sintomas podem aparecer como a febre, a dor de
cabeça, vermelhidão no local da injeção, inchaço, enjoos, diarreia. Outros
menos frequentes são a anafilaxia (reação alérgica), a coceira, a formação de
bolhas, coceira e inchaço no pescoço que em caso de persistência devem ser
reportadas à um médico.
Embora muitos acreditem que as vacinas possam causar doenças, existem
várias evidências científicas que demonstram a impossibilidade da mesma de
desenvolvê-las. Sendo assim, é importante frisar que com o avanço da
tecnologia, as vacinas não oferecem mais nenhum risco á quem a recebe.

Faça a sua parte!


Adotar a vacinação é uma forma de se posicionar a favor da sociedade e
exercer a cidadania. Além disso, diminui expressivamente as chances de contágio
do próprio indivíduo e a propagação do vírus, diminuindo o número de doentes e
também a mortalidade de pessoas por determinadas doenças. É um processo
importante e que deve ser mantido e seguido para garantir a segurança da saúde
pública.
Apoio: Portal GNDI
Imagem reprodução

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