Ensino a distância é a melhor opção, os contratantes valorizam?

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp


[Artigo Patrocinado] O
custo baixo e a flexibilidade para estudar a qualquer hora e em qualquer lugar
faz com que o ensino
a distância (EAD)
cresça em ritmo mais acelerado que o ensino
presencial. Os dados do Censo de Ensino Superior de 2016 confirmam isso e
mostram que o ensino presencial teve uma queda anual de 1,2% nas matrículas
enquanto o EAD teve uma expansão de 7,2%.

A
rotina de Marcio Correia é um pouco corrida. Por conta do seu trabalho que é em
ritmo de escala, ele precisa conciliar todas as tarefas do dia a dia com o
pouco de tempo livre que encontra. “Sempre quis fazer uma faculdade na área em
que já atuo, que é Engenharia
de Produção
, mas, com o modelo de ensino presencial, realizar esse
sonho seria impossível”. Marcio encontrou na internet uma saída e recomenda o
ensino EAD para aquelas pessoas que não possuem muita disponibilidade de
tempo. 

Marcio
adaptou a sua rotina e encontrou horários alternativos para investir nos seus
estudos. Assim como ele, em 2016, cerca de 1,5 milhões de estudantes optaram
pelo ensino EAD em 206 instituições que já ofertavam essa modalidade de ensino.
Segundo Betina Von Staa, coordenadora do CensoEAD.BR, estudo realizado
anualmente pela Associação Brasileira de Educação a Distância, tudo que é
novidade, gera desconfiança. No entanto, mesmo diante desta desconfiança
natural, o EAD vem crescendo.

“No Brasil,
observa-se que os grandes fatores que atraem alunos para o EAD são a ampla
oferta em regiões em que a há pouca possibilidade de realizar cursos
presenciais
e a flexibilidade de horários que viabiliza que o estudante concilie
estudo e trabalho com mais conveniência e melhores resultados. E uma vez
atraídos para a modalidade a distância, os alunos tendem a permanecer”,
assegurou Betina.
Outro
fator que influencia muito na hora da escolha entre uma graduação presencial ou
a distância é o custo. Em média, a mensalidade de uma graduação presencial
varia de R$1.000 a R$2.000, enquanto uma graduação EAD custa, em média, R$400.
Com isso, é possível economizar 60%.

A
coordenadora do CensoEAD.BR informou que essa modalidade de ensino, em geral,
já foi criada para ser escalável. “É possível oferecer o mesmo curso para muita
gente sem que haja um aumento considerável no custo da oferta dos cursos. É
claro que as instituições precisam oferecer tutoria personalizada presencial ou
a distância para garantir o êxito mas, mesmo assim, com boa gestão, é possível
oferecer cursos de qualidade por um custo mais baixo que o presencial”.

Quando
estava procurando por uma graduação, a estudante Paloma Assis da Silva levou em
consideração o valor que pagaria nas mensalidades do curso. “Faço Administração
e já atuo na minha área. Então eu precisava conciliar o estudo com o meu
trabalho e de uma mensalidade que coubesse no meu orçamento”, explica. O valor
pago por Paloma estudando pela internet é bem menor. “Consigo economizar cerca
de R$200 estudando pela modalidade EAD. Invisto este valor em outras
necessidades”, contou a estudante.

Paulo
Presse, coordenador da área de Estudos de Mercado da Hoper Educação – empresa
de consultoria Educacional – também concorda que o preço é algo bastante
atrativo. “Os cursos mais caros, normalmente, estão atrelados às ofertas de
cursos semipresenciais, onde a carga horária e as características das
atividades podem configurar um diferencial competitivo, chegando até a
concorrer com os presenciais”, analisou Paulo.

E na hora de ingressar no mercado
de trabalho, os contratante valorizam?

Além de permitir um melhor aproveitamento de
tempo e ter valores de mensalidades mais acessíveis, os cursos EAD garantem
diploma com o mesmo valor de um diploma de curso presencial.
Antes de se matricular, é importante levar em
conta o conteúdo do curso, a qualificação dos professores, a plataforma
utilizada pela instituição, os recursos disponíveis, o suporte, atendimento aos
alunos e a opinião de pessoas que já realizaram algum curso da plataforma.

Na opinião de Betina, os contratantes podem até
desconfiar do EAD. No entanto, o fato é que os diplomas de conclusão de curso
não informam se o curso foi presencial ou a distância.
“Na maioria das vezes, alunos de EAD já
trabalham e conseguem revelar o seu potencial e seu aumento de conhecimento
junto ao seu empregador atual. É muito comum que alunos de EAD sejam promovidos
na própria empresa ao terminarem seus cursos ou que conheçam o mercado o
suficiente para poder dar um passo na carreira após a conclusão”, considera.

Paulo
tem a mesma visão da coordenadora do CensoEAD.BR. “No diploma não consta se a
faculdade foi presencial ou a distância. Hoje, também não existem mais nenhuma
restrição em relação ao EAD. Isso só pode variar em algumas regiões. Em locais
em que o mercado é mais maduro, como no sul e sudeste, quase não existe
diferença entre os profissionais”, destaca.

Especialistas defendem que o futuro do ensino é híbrido. Nem
100% online nem apenas sentado em sala de aula ouvindo o professor.
Profissionais que trabalham com educação superior a distância acreditam que a
mistura de ferramentas tecnológicas com atividades presenciais irá nortear a
formação dos estudantes brasileiros nos próximos anos.

Fonte:
Bárbara Maria – Ascom Educa Mais Brasil

Veja mais:

LEIA TAMBÉM -   UPA de Ceilândia: servidor desabafa com texto emocionante

Deixe uma resposta

Posts Relacionados

%d blogueiros gostam disto: