Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida

A estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano caiu
pela 4ª vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada
hoje (19), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em
4,13%. Na semana passada, a projeção estava em 4,23%.

Para 2019, a projeção da inflação foi ajustada de 4,21% para 4,20%. Não
houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,95% para
3,90%.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano.
Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%
com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de
1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%,
respectivamente).

Taxa básica de juros


Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a
taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o
fim de 2018.

Em 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período
em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a
finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque
os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais
barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da
inflação.
A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro
este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes
para chegar à meta de inflação.


(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});

LEIA TAMBÉM -   Bebê precisa ser reanimado e família culpa demora em hospital de Ceilândia

Crescimento econômico


As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento
do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no
país, em 1,36% em 2018, e em 2,50% nos próximos três anos.

Câmbio


A expectativa para a cotação do dólar segue em R$ 3,70 no fim deste ano,
e em R$ 3,76, no término de 2019.

Por Agência Brasil

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: