Investimento em Treinamento e Desenvolvimento cresce 21% em 2017

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[Artigo Patrocinado] A
constante atualização e qualificação dos profissionais traz ganhos para todos
os envolvidos – os funcionários se sentem valorizados e as empresas aumentam
sua produtividade. Pensando nessa estratégia e na competitividade do mercado
atual, as companhias tem procurado investir no T&D (Treinamento e
Desenvolvimento de pessoas) com o intuito de criar ou aperfeiçoar competências
do seus colaboradores.

Dados
da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), em parceria
com a Integração Escola de Negócios, apontaram que a carga horária destinada
para a capacitação de profissionais no Brasil aumentou. Em 2015, eram 16,6
horas por funcionário e, em 2016, passou a ser 22 horas. Em 2017, o investimento
das empresas continuou constante e em crescimento. Ano passado, foram gastos R$
788 por colaborador, o que representa um crescimento de 21% em relação ao ano
anterior.

Com
a pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil produzida pela ABTD foi constatado
que a indústria é sempre o setor que mais treina seus colaboradores – o
equivalente a 24 horas. As empresas multinacionais treinam 50% a mais do que as
empresas nacionais e o setor público o que menos treina –  registrando apenas 15 horas anuais por colaborador. 

Entre
os principais pontos positivos do T&D, a melhoria no clima organizacional,
ou seja, a satisfação do colaborador com o trabalho, é o mais citado por todos
os setores das empresas brasileiras.       Na
sequência, é citado melhoria nos processos, projetos de melhoria e inovação e
avaliação de desempenho. Com isso, é possível perceber o quanto a capacitação é
importante para a consolidação de uma carreira. Vale lembrar que, além desse
treinamento que pode ser feito por iniciativa das empresas, também é possível
encontrar outros cursos
e especializações,
caso o profissional tenha vontade de se atualizar constantemente.

Wladimir
Martins, diretor de Gestão do Conhecimento da Associação Brasileira de Recursos
Humanos Seccional Bahia (ABRH-BA), explica que é preciso mudar a forma de
pensar sobre a essência do treinamento para as pessoas e organizações. “Com a
crise econômica, o investimento em treinamento caiu muito mas, atualmente, vejo
um novo cenário, onde os investimentos começaram a ser mais significativos.
Para o futuro, aposto em um cenário diferenciado, com metodologias e formas
inovadoras de treinar e desenvolver pessoas e organizações”, assegurou.

Profissional
com mais de vinte anos de carreira, Wladimir é dono da Opus Human, empresa
focada em desenvolver metodologias inovadoras de aprendizado em treinamentos.
“Trabalho também com ferramentas de análise de perfil comportamental, pois
acredito que a pessoa certa, no lugar certo, traz resultados extraordinários”.
Segundo ele, os profissionais que procuram por seus treinamentos têm perfis
muito variados. “São jovens ávidos por conhecimento e formação, pessoas de meia
idade em busca de processos inovadores e líderes que querem ser diferentes na
forma de atuação em busca de ascensão de carreira”, contou Martins.

Rosana
Afonso é supervisora de Gente
e Gestão
de uma grande empresa de benefícios que investe em
inúmeros treinamentos. “Procuramos promover o crescimento continuo dos nossos
colaboradores”. Segundo ela, o T&D é extremamente importante para
desenvolver o potencial individual de cada pessoa. “Nós realizamos um
treinamento com a Opus Human e trazemos uma proposta de treinamento customizada
em relação às necessidade identificadas”, assegurou.

A
ideia de fazer o treinamento com a Opus Human surgiu depois de um diagnóstico
feito com uma ferramenta de análise de perfil comportamental. Depois disso, a
empresa construiu um programa de desenvolvimento de líderes. “A Opus Human tem
modelo totalmente inovador para a realização de treinamentos. É um conceito
bastante moderno”, avalia Rosana que, depois do treinamento, observou mudanças
significativas na equipe. “Os colaboradores se tornaram mais engajados e
motivados. Também tivemos uma melhora significativa em termos de produtividade
e, principalmente, um ambiente de trabalho mais desenvolvedor”, conclui.

Fonte:
Bárbara Maria – Ascom Educa Mais Brasil

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