O uso de avaliação em sala de aula divide opiniões. Ensina ou não?

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram


[Artigo Patrocinado] Quando
escutam as palavras avaliação ou prova a reação dos alunos é sempre negativa.
No Brasil, as formas de avaliar os jovens nas salas de aula é um assunto
polêmico. Na maioria das vezes, as escolas priorizam o modelo tradicional de
avaliação – somativo ou classificatório. E consequentemente, essa atitude cria
um ambiente competitivo. O resultado são alunos desmotivados e que só estudam
em busca de boas notas.

A
dúvida que é gerada em torno do processos avaliativos é: se a escola existe
para ensinar, de que vale uma avaliação que confirma a deficiência do
estudante, mas não mostra para ele formas de como resolver o seu problema?
Temida pelos alunos, a prova deixou de ser o único instrumento de avaliação usado
pelos professores na educação
básica
. Contudo, isso não significa que elas devem ser banidas das
salas de aula.

A
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, aprovada em 1996, determina que
a avaliação seja contínua e acumulativa e que os aspectos qualitativos
prevaleçam sobre os quantitativos, ou seja, os resultados obtidos pelos
estudantes ao longo do ano escolar devem ser mais valorizados que a nota da prova
final.

A
pedagoga
Maria Cristina de Oliveira também acredita que a avaliação pode ir da nota. “As
avaliações são necessárias, não podemos deixar de avaliar o rendimento dos
alunos por meio delas. Os próprios pais cobram por esse resultado. Portanto, é
importante usar também outros métodos, como por exemplo o relatório de
desenvolvimento individual de cada estudante, que é algo processual”,
pontuou. 

Para
Maria Cristina os estudantes precisam ser avaliados todos os dias, mas para
diminuir a ansiedade dos alunos, algumas atitudes podem ser adotadas pelos
educadores. “As escolas devem escolher apenas uma semana de prova. Outra dica é
colocar fiscais para tomar conta dos alunos, enquanto eles realizam algum
simulado. Desta forma, eles não se sentem tão pressionados”, conclui Oliveira.

É
preciso ter em mente que não há certo ou errado, porém existem elementos que
melhor se adaptam a cada situação didática. São os professores que serão os
responsáveis por escolher o melhor método e adaptá-los não só aos seus
objetivos mas também às necessidades de cada turma. O professor deixa de ser
aquele transmissor de informações para ser parceiro das crianças e adolescentes.
Ele é instrumento para que todos elaborem seu conhecimento.

Segundo
a psicóloga Talita Brandão, muitas provas são
baseadas apenas na memorização de fórmulas e conteúdo que, na maioria das
vezes, não fazem sentido para quem está estudando. “O processo de aprendizagem
é único e varia de aluno para aluno, porém as escolas não consideram esse
fator. É necessário que as instituições de ensino reflitam sobre o sistema
educacional e repensem o sistema de avaliação”, avalia a psicóloga.

Fonte:
Bárbara Maria – Ascom Educa Mais Brasil

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: