Ouça as reportagens do Diário de Ceilândia com Audima

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Todas as reportagens do Jornal Comunitário Diário de Ceilândia podem ser ouvidas por meio da solução Audima, que converte texto para áudio com locução natural e mais agradável. Para acionar, basta clicar no ícone que aparece no lado direito da tela. A ferramenta foi criada por uma brasileira. 

A tecnologia é aliada das
pessoas com deficiência e a evolução de recursos, aplicativos e dispositivos
amplia a inclusão digital. Ainda assim, para quem não enxerga, o acesso a conteúdos
publicados na internet é prejudicado pela ausência de ferramentas com capacidade de entregar ao usuário experiências
mais completas.

Várias soluções disponíveis
atualmente suprem as demandas de pessoas em busca de informação, mas muitos desses aplicativos não conseguem diferenciar texto de imagem e, por isso,
descrevem partes desnecessárias do conteúdo encontrado, o que pode restringir a compreensão sobre o tema
apresentado.

É uma dificuldade constante
destacada não apenas por pessoas cegas ou com deficiência visual severa, mas também por quem consegue ver e, ao invés de ler, prefere ouvir.

Para tentar transformar essa
realidade, a brasileira Paula Pedroza desenvolveu uma
ferramenta – o nome é Audima Site externo –
com base em inteligência artificial para converter conteúdos escritos em áudio,
com leitura natural dos textos – na primeira experiência você chega a pensar
que está escutando uma locução gravada – e a capacidade de diferenciar palavras
de imagens, o que resulta em uma navegação mais competente e equilibrada,
permitindo melhor compreensão do assunto.

“Sempre aprendi melhor com
áudio e gosto de fazer várias coisas enquanto escuto algo”, diz Paula Pedroza, fundadora da Audima.

“Comecei a prestar mais atenção nisso quando vivenciei o
‘boom’ do audiobook nos Estados Unidos, uma tendência que ganhou força por causa da proposta de
libertação dos devices (dispositivos) e do investimento em tecnologia weareble (vestível)” diz a brasileira.

“Com essa experiência, eu
percebi que a internet não tem uma solução com a mesma qualidade de som do audiobook”, explica Paula. 

“Comecei a estudar com profundidade esse tema.
Descobri que muitas pessoas com deficiência visual não navegam na web por falta de acessibilidade, mas também
há outras que estão em um nível muito básico de alfabetização, não conseguem interpretar um texto por meio da
leitura, mas estão bem adaptadas ao áudio”, diz a pesquisadora.

As primeiras ideias para
criação da ferramenta surgiram em 2016, ainda em Nova Iorque, onde a carioca
Paula Pedroza morava na época. Em setembro daquele ano, por meio de aceleração no
Vale do Silício (California/EUA), a empresa Audima recebeu aporte de investidores, além de créditos em tecnologia
e serviços de empresas como Amazon, IBM, Google e Facebook, o que ampliou sua visibilidade no mercado e
aprimorou sua tecnologia. A solução com o nome Audima foi lançada em abril de 2017.

Com informações do Blog Vencer Limites e Audimo. Imagem reprodução

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