Secretaria de Educação confirma surto de caxumba em escola de Ceilândia

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal confirmou, nesta quarta-feira (22), um surto de caxumba no Centro Educacional (CED) 07, em Ceilândia. Segundo a pasta, 20 pessoas apresentaram sinais da doença na unidade. As informações são do site G1-DF.

As aulas continuam normalmente na escola, mas os estudantes doentes foram afastados. Os demais alunos passarão por imunização nos próximos dias, no próprio colégio. Mesas e carteiras utilizadas na unidade também estão sendo conferidas.

A escola é uma das quatro que teve a gestão militarizada pelo Governo do DF no início do ano.

O novo surto da doença se soma a pelo menos outros três registrados na capital federal nos últimos meses. Segundo a Secretaria de Saúde, o número de casos de caxumba contabilizados no DF dobrou neste ano, em relação a 2018. Até abril, foram 457 ocorrências, contra 222 no mesmo período do ano passado.

No dia 12 de abril, o andar térreo de um prédio da Caixa Econômica Federal, na quadra 512 Norte, foi interditado depois que 12 funcionários apresentaram sintomas de caxumba. Duas semanas depois, uma turma de Engenharia Civil do Centro Universitário de Brasília (UniCeub) teve de realizar as atividades pela internet após casos de caxumba em alunos.

Já em 30 de abril, aulas foram suspensas por dois dias no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), depois que cinco estudantes apresentaram sinais da doença.

Sintomas

A caxumba é uma doença infecciosa causada pelo vírus Paramyxovirus e que provoca sintomas como febre, calafrios, dores de cabeça e musculares, além de fraqueza e inchaço no rosto. Em casos graves, a enfermidade pode levar à surdez e causar meningite ou até a morte.

A doença é altamente contagiosa e pode ser transmitida por meio de contato com saliva, espirro ou tosse de pessoas contaminadas. Após o diagnóstico, os objetos com os quais a pessoa infectada teve contato precisam passar por desinfecção.

Não existe tratamento específico para a doença, portanto, a Secretaria de Saúde do DF aponta que a melhor forma de combate é a vacinação, ainda durante a infância.

A vacina tríplice viral (caxumba, sarampo e rubéola) é aplicada aos 12 meses e aos 15 meses de vida. Para prevenir, é importante também manter hábitos como lavar as mãos e cobrir o rosto ao tossir e espirrar. (Por G1-DF)

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