Aprovado projeto para nova etapa do BRT na Avenida Hélio Prates

Aprovada a segunda fase, haverá intervenções das quadras QNG e QI 1 de Taguatinga até o Pistão Norte | Arte: Divulgação/Seduh

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Requalificação do sistema viário inclui estações, ciclovias e arborização. Dividida em três fases, a obra toda vai gerar 700 empregos

Agência Brasília

Mais uma fase foi cumprida na criação de um corredor exclusivo para ônibus na Avenida Hélio Prates. Depois de aprovar, em abril do ano passado, a primeira etapa do projeto de sistema viário para a implementação do Bus Rapid Transit (BRT) na pista que passa por Ceilândia, agora a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) aprovou a segunda fase do projeto na avenida. A intervenção será a partir das quadras QNG e QI 1 de Taguatinga e se estenderá até o Pistão Norte. No decorrer de todas as etapas da obra, serão gerados 700 empregos.

A Portaria nº 15, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (23), chancela as melhorias previstas para a via e as imediações, como novas estações, travessias para pedestres e ciclovias, bem como mudanças no paisagismo da área, com arborização. O projeto dá continuidade à requalificação viária prevista para a Hélio Prates em Ceilândia e se estenderá por mais 2 quilômetros da avenida que corta Taguatinga.

A segunda etapa do BRT vai passar pelas quadras CNG 1, CNG 2, CNG 5, CNG 6, QNG 1, QNG 9, QNG 10, QNG 25, QI 1, QNE 27, QNE 29, QNE 31, QNE 33, QNE 35, QND 47, QND 48, QND 49, QND 50, QND 51, QND 52, QND 53, QND 54, QND 55, QND 56, QND 57, QND 58 e QND 59 de Taguatinga..

Corredor Oeste

O projeto, elaborado pela Secretaria de Obras, integra o Corredor Oeste de Transporte Público do Distrito Federal, que prevê o fortalecimento da mobilidade urbana em todo o território por meio do transporte coletivo. Para tanto, a proposta se baseia na Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) e no Plano Diretor de Transportes Urbanos do Distrito Federal (PDTU).

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Na primeira etapa, o projeto de sistema viário abrange 1,7 quilômetros de extensão, entre as vias N3 e M1 de Ceilândia, nas quadras QNN 17, QNN 18, CNN 1, CNN 2, QNN 1, QNN 2, QNM 2 e QNM 1.

A previsão é que a requalificação da Hélio Prates terá uma terceira etapa, ainda em elaboração, que compreende o trecho da avenida que liga as duas regiões administrativas.

“Com a segunda etapa cumprida, estando aprovado o projeto que contempla as principais intervenções e melhorias no sistema viário da Avenida Hélio Prates, a Secretaria de Obras consegue dar início à efetiva implantação da nova via e seu entorno, o que certamente trará benefícios de transporte e acessibilidade à população”, ressalta o subsecretário de Parcelamentos e Regularização da Seduh, Marcelo Vaz.

Obras

Sobre o início das obras na Avenida Hélio Prates, a Secretaria de Obras informa que a licitação da primeira etapa do empreendimento foi realizada em 23 de dezembro do ano passado. No momento, encontra-se na fase de análise da documentação das empresas que apresentaram propostas. O trâmite para conclusão da licitação costuma levar entre 90 e 120 dias.

Os serviços serão executados em três etapas, tendo início pela reforma das calçadas, a serem niveladas e construídas de acordo com todas as normas de acessibilidade. Depois será feita a reforma dos estacionamentos, que passarão a ter sentido único, e na faixa de tráfego dos ônibus.

Uma das novidades do projeto está no uso do pavimento rígido (concreto) para a faixa de circulação dos ônibus e em parte dos estacionamentos. O investimento previsto, somente para a primeira etapa, é de R$ 15 milhões.

Melhorias

Uma das alterações previstas é a criação do corredor exclusivo para o BRT no canteiro central da Avenida Hélio Prates. Serão instaladas estações de embarque alinhadas com as paradas de ônibus atuais e integradas às linhas locais. Devem ser agregadas ao canteiro central também uma ciclovia e uma faixa de arborização.

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As paradas de ônibus à direita da Hélio Prates serão requalificadas, de forma a comportar três ônibus e a acomodar adequadamente os passageiros. O mobiliário urbano também será recomposto, com a instalação de bancos, paraciclos e lixeiras padronizadas.

Faz parte do projeto, ainda, a criação de rota acessível para ordenar o fluxo de pedestres e favorecer a circulação de pessoas com deficiência. Uma das medidas é manter uma rota acessível com calçadas que podem ser compartilhadas e pontos adaptados ao longo dos lotes. Isso inclui travessias elevadas de pedestres, dando continuidade às calçadas nas áreas do Taguacenter.

Por fim, o paisagismo propõe o plantio de espécies como a palmeira-locuba, o jacarandá-mimoso e o ipê-branco, entre outras. Com a aprovação do projeto, segue-se a tomada de providências por demais órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para a execução das obras.

*Com informações da Seduh

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