Desloca para não morrer: artistas protestam em Ceilândia

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O ato pacífico é contra a superlotação do transporte coletivo e fala sobre trânsito, transição, liberdade e insurgência de corpos dissidentes na cidade

Em Ceilândia, artistas e o Movimento Passe Livre (MPL-DFE) promoveram, na tarde de sábado (4), a intervenção “Desloca para não morrer”, em defesa dos grupos em vulnerabilidade social. Uma mobilização de reflexão sobre manter-se vivo em tempos de pandemia. 


O ato pacífico é contra a superlotação do transporte coletivo e fala sobre trânsito, transição, liberdade e insurgência de corpos dissidentes na cidade. Um carro de som ecoou poemas enquanto artistas negros e LGBTQ+ performavam. 


Duas cadeiras de ônibus foram usadas como objetos de cena. A ação partiu da Praça do Eucaliptos e caminhou em direção ao centro de Ceilândia e Av. Hélio Prates, com escolta da PM.  
“Sabemos dos riscos ao nos colocarmos em movimento, mas olhar um novo cenário e continuar com as práticas coloniais que eles nos impuseram também é um perigo sério”, anuncia um trecho do poema de Pietra Sousa. 


Performers: Luiz Ferreira, Mabel Motolov, Marconi Cristino, Niamba Zion, Pietra Sousa, Prethaís e Tauane Lyz.

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