Policial Militar é preso na serra gaúcha acusado de homicídio cometido em Ceilândia em 2014

Policial Militar é preso na serra gaúcha acusado de homicídio cometido em Ceilândia em 2014

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Um policial militar que atua em São Francisco de Paula, município de Rio Grande do Sul, na serra gaúcha, foi preso preventivamente por um mandado de prisão expedido no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, por um homicídio que ocorreu na região de Ceilândia, em 2014. O mandado foi cumprido pela própria Brigada Militar na quarta-feira (20), que levou o soldado para o Presídio Policial Militar, em Porto Alegre. As informações são do site GaúchaZH.

O nome do PM não foi divulgado pelas autoridades, mas GaúchaZH apurou que se trata do soldado Caio Frances Neves da Silva, natural de Gama, no Distrito Federal. Ele responde, junto com David Júnio Souza Lima, por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. Eles receberam sentença de pronúncia em setembro deste ano e serão julgados pelo Tribunal do Júri no Distrito Federal.

Conforme a denúncia do Ministério Público, Alexandre Cardoso do Nascimento teria sido assassinado a tiros por estar com um tênis que pertencia ao policial militar. O autor dos disparos foi Lima, mas Silva estaria no mesmo local e ajudou na fuga.

Mesmo respondendo pelo crime, Silva passou no concurso da Brigada Militar e ingressou na corporação em novembro de 2018. Um dos critérios para seleção no concurso da Brigada Militar é a apresentação de atestado de antecedentes emitido pelos órgãos de segurança nos Estados onde os candidatos moraram nos últimos cinco anos.

Conforme o corregedor-geral da Brigada Militar, tenente-coronel Márcio Roberto Galdino, o mandado de prisão foi descoberto pelo órgão correicional do próprio batalhão onde ele atuava. 

— Mesmo após o ingresso, o sistema continua buscando a vida pregressa do efetivo — disse Galdino. 

Ele ainda afirma que a corregedoria vai apurar se houve falha na seleção ou fraude processual por parte do então candidato. 

O advogado Marcelo Almeida, que representa o soldado, disse que “em razão do processo está em andamento, a Defesa Técnica de Caio Frances da Silva se reserva no direito de não realizar nenhum comentário para não atrapalhar o desenvolvimento do processo”.

*Com informações da GaúchaZH

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: