Distritais usam verba indenizatória para manter escritórios fechados, diz site

Distritais usam verba indenizatória para manter escritórios fechados, diz site
Imagem Metrópoles

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Ao iniciar o mandato, um distrital tem acesso a uma série de regalias para manter a atividade parlamentar, a maioria paga com a controversa verba indenizatória. Entre outras destinações, o recurso de R$ 15,1 mil mensais custeia despesas de aluguéis com os chamados gabinetes de apoio. No primeiro semestre deste ano, seis deputados pediram reembolso à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) a fim de custear os escritórios políticos. Chama atenção que três deles estão de portas fechadas.

Na atual legislatura da Casa, Chico Vigilante (PT) Robério Negreiros (PSD), Hermeto (MDB), Roosevelt Vilela (PSB), Arlete Sampaio (PT) e João Cardoso (Avante) instalaram repartições fora da sede da CLDF bancadas com o dinheiro extra. No caso dos três últimos citados, as unidades não estão funcionando.

Dois dos veteranos da CLDF, Chico Vigilante e Robério Negreiros, são os que mais gastaram com aluguéis. O petista utilizou, entre janeiro e maio, R$ 27.840,52 por dois lotes em Ceilândia. Negreiros, por sua vez, pediu R$ 17.088,33 de ressarcimento por uma sala no Conic.

Funcionários de Chico Vigilante garantem que o lugar é aonde a comunidade de Ceilândia, maior eleitorado do petista, leva suas demandas. O local ainda costuma abrir para reuniões de coletivos femininos, cursos de artesanato e encontros de conselheiros tutelares, entre outras atividades. Matéria completa do Metrópoles aqui.

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