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Estudo aponta que professores possuem a profissão que a população mais confia

Pesquisa ouviu mais de 19 mil entrevistados com idades entre 16 e 74 anos


A pesquisa Global Trustworthiness Index 2021, realizada pelo Instituto Ipsos, aponta que o lugar mais alto do pódio no Brasil é reservado aos professores. Os profissionais da educação foram citados por 68% dos brasileiros como digna de confiança, empatada com os cientistas. Em segundo lugar ficaram os médicos, com 66%. Em terceiro, mesmo que em menor proporção, ficaram os membros das Formas Armadas e os homens e mulheres comuns, ambos com 35%.


Se os professores estão em primeiro lugar, em contrapartida, os menos confiáveis são os políticos em geral, com 77% da opinião dos brasileiros. O segundo lugar na lista negativa não foi muito diferente: 65% dos entrevistados no país responderam "os membros do governo". Para completar o pódio, os banqueiros não são confiáveis para 47%.


A pesquisa foi realizada em 28 países e desses o Brasil e o Chile são os que mais confiam nos professores, com percentual de 68% dos respondentes demonstrando confiança. Em segundo lugar está a Rússia (67%) e, na terceira posição, ficam empatados Malásia, China e Arábia Saudita (cada um deles com 65%). Em contrapartida, os japoneses (22%), sul-coreanos (33%) e alemães (40%) são as nacionalidades que menos enxergam a profissão de professor como confiável.


Já os ofícios que menos inspiram confiança, de acordo com a média global, são os políticos em geral (citados por 63% como não-confiáveis), os membros do governo (54%) e os executivos publicitários (37%) - esses últimos não ganharam destaque na lista brasileira.


A pesquisa foi realizada on-line e ouviu 19.570 entrevistados com idades entre 16 e 74 anos. Os dados foram coletados de 23 de abril a 07 de maio de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais. Confira abaixo a lista completa das profissões e o seu percentual de confiabilidade:


1º - Professores (68%) 1º - Cientistas (68%) 2º - Médicos (66%) 3º - Membros das forças armadas (35%) 3º - Homens e mulheres comuns (35%) 4º - Policiais (30%) 5º - Jornalistas (34%) 6º - Pesquisadores de opinião (IBGE, IBOPE...) (33%) 7º - Funcionários Públicos (27%) 8º - Apresentadores de televisão (26%) 8º - Juízes (26%) 9º - Padres, clérigos e pastores (25%) 10º - Empresários (23%) 11º - Advogados (22%) 12º - Publicitários (19%) 13º - Banqueiros (14%) 14º - Trabalhadores do governo (9%) 15º - Políticos em geral (6%)


Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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