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Famílias carentes de Ceilândia recebem cestas emergenciais

Para ajudar quem mais precisa em tempos de pandemia, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) iniciou um mutirão da solidariedade. Desde sexta-feira (17), cerca de 12 mil cestas já foram entregues a moradores de diversas regiões do Distrito Federal, que estão cadastrados ou fizeram pedido no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

Intitulada Programa de Provimento Alimentar Emergencial, a iniciativa tem o objetivo de atender à necessidade provisória até o reenquadramento social da família. O GDF vai prover famílias com situação comprovada de indisponibilidade, acesso precário a alimentos de qualidade ou que disponham de quantidade insuficiente para a subsistência durante o período de isolamento em virtude da pandemia do novo coronavírus.

A chefe de família Maria Lurdes, de 39 anos, foi uma das contempladas com a cesta básica. Moradora do Setor O, ela conta que está desempregada há mais de um ano e que a ajuda chegou em boa hora. “ Sou diarista e não tenho carteira assinada. Por causa do vírus, não estou mais fazendo as faxinas e sem dinheiro como compro alimentos! Dou graças a Deus que o Governo está atento as pessoas que mais precisam”, diz agradecida.

Para o administrador de Ceilândia, Marcelo Piauí, a ação vai beneficiar quem mais precisa de ajuda neste momento tão delicado, principalmente as famílias mais carentes de Ceilândia.

“Disponibilizamos diversas equipes da Administração para fazer a entrega das cestas na residência das famílias. “Estamos monitorando e fazendo um cadastro para quem está fora do cadastro dos Cras e Creas da cidade. Queremos contemplar quem mais precisa de alimentos!”, enfatiza Marcelo Piauí.

A operação tem apoio da Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e polícias Militar e Civil, bem como das secretarias de Cultura e Economia Criativa (Secec), das Cidades (Secid), de Educação (SEE), de Governo, da Casa Civil e Administrações Regionais.  

*Com informações da Ascom Administração de Ceilândia

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