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Perto da estreia na Olimpíada, Ketleyn perdeu medalha quando começou no judô

Em busca de outro pódio na carreira, Ketleyn chegou a perder uma medalha quando estava iniciando no esporte


Perto da estreia na Olimpíada, Ketleyn perdeu medalha quando começou no judô
Crédito: Arquivo pessoal

Está chegando a hora da estreia de Ketleyn Quadros na Olimpíada de Tóquio. Medalhista de bronze em 2008 e porta-bandeira do Brasil na edição deste ano, a judoca vai ao tatame pela primeira vez na manhã desta terça-feira na capital japonesa (noite de segunda no Brasil). A primeira adversária na categoria meio-médio (-63kg) será a hondurenha Cergia David, derrotada por ela no Grand Prix de Cancún em 2017.


Em busca de outro pódio na carreira, Ketleyn chegou a perder uma medalha quando estava iniciando no esporte. Quem se lembra da história é sua mãe, Rosemary: "Uma vez, a Ketleyn competiu aqui em Brasília, em um ginásio. Na volta, fui buscá-la no SESI, onde o ônibus deixava as crianças. Quando cheguei, perguntei: 'Cadê a sua medalha? Deixe a mamãe ver'. Ela respondeu: 'Mamãe, eu ganhei uma medalha, mas perdi' ".


"A Ketleyn chegou ao SESI com a medalha no pescoço, mas depois, brincando com as outras crianças, alguma delas pegou. Não sabe onde foi parar. Até falei para ela: 'A próxima medalha que ganhar, você só vai tirar do pescoço quando chegar em casa' ", completou.


Judoca da SOGIPA (RS), Ketleyn tem 33 anos e é natural de Ceilândia (DF). Na Olimpíada de Pequim, tornou-se a primeira mulher a conquistar uma medalha para o país no evento em esportes individuais.

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