Crianças devem ser vacinadas contra o sarampo

Crianças devem ser vacinadas contra o sarampo

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A Secretaria de Saúde do Distrito Federal segue vacinando contra o sarampo crianças com idade entre seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias), conforme recomendado pelo Ministério da Saúde. A campanha destina-se a atualizar o cartão de vacina com a Tríplice viral que, além de proteger contra o sarampo, também é eficaz contra rubéola e caxumba. O Dia D, para este público, está marcado para o próximo sábado (19).

Segundo dados parciais da Gerência da Imunização da Saúde, nos primeiros dias da campanha, realizada de 7 a 10 de outubro, das crianças que compareceram às unidades, apenas 35,6% necessitaram ser vacinadas.

“O balanço é positivo. Essa campanha não tem meta. Por isso, fazemos sempre uma análise para avaliar se conseguimos atingir o maior número de crianças não vacinadas. Esse percentual de 35,6% não é ruim. Se temos um número baixo de crianças vacinadas, isso é um sinal de que elas estavam com a situação vacinal em dia”, analisa a gerente de Imunização da Saúde, Renata Brandão.

Nesta campanha, foi intensificada a dose zero, uma medida preventiva ao aumento de casos de sarampo em crianças abaixo de um ano de idade. Em surtos nacionais anteriores, foram os menores de um ano que evoluíram para casos mais graves e óbitos, segundo o Ministério da Saúde. Mas, no surto atual, há óbitos de crianças em São Paulo e Pernambuco.

Pela faixa etária, do início da campanha até o dia 10 de outubro, o percentual de crianças abaixo de um ano que compareceu e que foi vacinada chegou à marca de 61,85%. Na faixa de um ano, o percentual foi de 58,26%.

“Já era esperado um percentual alto na busca pela imunização para os menores de um ano, por ser uma faixa etária nova, implementada nesta campanha pelo Ministério da Saúde devido à incidência de sarampo nesta idade”, complementa Renata.

ATENÇÃO – É importante lembrar que a dose extra, chamada de dose zero, não consta no calendário nacional de vacinação. Portanto, ela não substitui as outras duas, ministradas aos 12 meses de idade (1ª dose) e aos 15 meses (2ª dose). Elas devem ser aplicadas para conferir proteção prolongada contra a enfermidade.

“O nosso alerta é para que os pais ou responsáveis levem as crianças às unidades básicas de saúde, com o cartão de vacina, para verificar a situação vacinal dos pequenos. E que fiquem atentos ao novo reforço, que é a dose zero, que protege as crianças abaixo de um ano, que têm o maior risco de complicações e de óbito”, frisa Renata.

CAMPANHA – A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação tem como foco as crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos e vai até 25 de outubro.

Além da vacina, é preciso seguir outras recomendações como evitar exposição a aglomerações, reforçar a higienização, promover a ventilação adequada dos ambientes e, sobretudo, que o cidadão procure, imediatamente, um serviço de saúde diante de qualquer sintoma da doença. Somente um profissional da área poderá avaliar e dar as recomendações necessárias.

O sarampo é contagioso e o vírus é transmitido por uma pessoa doente ao espirrar, tossir ou falar. Os sintomas da doença são manchas vermelhas pelo corpo, febre, coriza, conjuntivite, manchas brancas na mucosa bucal.

A patologia pode acometer adultos e crianças, com risco de complicações graves e até de evolução para óbito. A vacina é a única maneira de evitar que isso aconteça.

Clique aqui para saber os endereços das salas de vacina.

Nivania Ramos, da Agência Saúde

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