Governo promete zerar fila de exames de ressonância magnética

Governo promete zerar fila de exames de ressonância magnética

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O Governo do Distrito Federal (GDF) credenciou cinco novas empresas de exame de ressonância para zerar a demanda na rede pública de saúde. A expectativa é de que já a partir desta quarta-feira (28) os pacientes com pedidos de ressonância encaminhados comecem a ser chamados. Há uma fila de 23 mil pedidos à espera de atendimento.

Nesta terça-feira (27), o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto, esteve reunido com o representante das novas clínicas credenciadas: a dos hospitais São Francisco, no Gama; Daher, no Lago Sul; e Santa Marta, na Asa Sul. A clínica Organik e o Centro de Imagens Gama já haviam sido credenciados na segunda-feira (26).

A medida de cadastramento urgente para atendimento à população se faz necessária depois que as três clínicas responsáveis pelas ressonâncias na rede pública interromperam o serviço devido a falhas nos equipamentos.

Em até dois meses

A previsão do governador Ibaneis Rocha é de que chegue ao fim, em até 60 dias, o sofrimento de quem há meses tem aguardado por exame para encaminhar ao médico. “Não dá pra aguardar mais. Quem está com exames dessa natureza pra fazer não pode mais aguardar e daí vai meu pedido de desculpas à população e a garantia de que rapidamente o serviço seja restabelecido.”

Com capacidade de realizar até três mil exames por mês, o Centro de Imagens Gama tem três modernos aparelhos de ressonância magnética. As outras clínicas contam com uma máquina, cada uma.

O GDF paga quase R$ 406 por exame realizado na rede credenciada. Todos os pedidos de exame na rede publica são direcionados para o complexo regulador da Secretaria de Saúde. O corpo médico dessa equipe é responsável pelo direcionamento dos pedidos.

“O GDF estava havia dois anos sem equipamento próprio, sempre precisando contratar o serviço da rede privada. Isso agora será diferente”, avisa o secretário Osnei.

Equipamento próprio

O Instituto de Saúde, responsável pelo atendimento dos hospitais de Base, de Santa Maria e por unidades de pronto atendimento (UPAs), prepara até o final do ano a instalação de um aparelho próprio de ressonância magnética. Atualmente, nenhum está em funcionamento. Pela complexidade do equipamento, o tempo entre a compra e a instalação leva, em média, um ano.

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