Servidores relatam pressão para dar alta a pacientes ainda doentes na UPA de Ceilândia, diz Metrópoles

Coronavírus: Iges-DF abre nova contratação emergencial de profissionais

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Profissionais de saúde pública lotados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ceilândia denunciam supostas irregularidades cometidas pela gerência do local e pelo Instituto de Gestão Estratégica da Saúde (Iges)– responsável pela gestão das UPAs do Distrito Federal –, durante o expediente. As informações são do portal Metrópoles.

Segundo o Metrópoles, as reclamações sobre desvios na conduta da gerência são várias. Em uma queixa, um servidor relata que os profissionais responsáveis pela gestão do local estariam pressionando médicos a liberar os pacientes, mesmo os que ainda se encontram incapacitados de receber alta médica. Tudo para “gerar fluxo” na unidade de saúde.

Há também críticas quanto à falta de pessoal no local e desvios de função. “Enfermeiros assistenciais assumem rotina e funções administrativas. Situações já reportadas anteriormente ao sindicato”, afirmam os profissionais na denúncia.

Médicos também alegam que são coagidos a recusar solicitações de exames de imagem e de investigação. O fato configura grave risco à saúde do paciente que não recebe o atendimento adequado e, assim, fica incapaz de tratar do problema de saúde que o levou até a UPA. Matéria completa do Metrópoles aqui

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