Unidades de saúde do Iges terão novos profissionais para acolhimento humanizado

Unidades de saúde do Iges terão novos profissionais para acolhimento humanizado

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A partir desta quarta-feira (20), 100 profissionais treinados vão fazer o acolhimento humanizado dos pacientes nas portas dos hospitais de Base, Santa Maria (HRSM) e das seis unidades de pronto atendimento (UPAs). O objetivo é garantir escuta qualificada, informação e acesso digno aos serviços de saúde.

A iniciativa foi lançada no Palácio do Buriti, nesta terça-feira (19), pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), mantido pela Secretaria de Saúde. Na cerimônia, os gestores da saúde e a primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, assinaram a resolução que empossa o Conselho de Acompanhamento do projeto.

“A preocupação do governo é de que a população seja atendida da melhor forma possível. A intenção do Projeto Humanizar é começar na saúde, que é prioritária, e estender aos demais órgãos do GDF”, afirmou Mayara Noronha, responsável por presidir o conselho.

A iniciativa tem como base a Política Nacional de Humanização (PNH), do Ministério da Saúde. A ideia é promover a valorização da dimensão humana e a otimização do atendimento, dando suporte ao planejamento dos gestores.

De acordo com o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, o projeto surgiu da necessidade de prestar um acolhimento humanizado, além de melhorar os atendimentos. “Todos os 100 profissionais tiveram treinamento com pessoas especializadas, para que possamos servir de exemplo para toda a nossa rede de saúde e demais secretarias do GDF”, destacou.

NOVIDADES – A iniciativa pretende, ainda, fortalecer os vínculos de compromisso e responsabilidade social, aperfeiçoar a utilização da informação, a comunicação, os espaços de construção da autonomia, de protagonismo e a promoção do cuidado (pessoal e institucional) ao usuário e seu cuidador.

“Nossa ideia, no primeiro momento, é dar informação às pessoas que chegam nas unidades, para que não fiquem na fila esperando. Muitas vezes o paciente está em um hospital, mas seu atendimento poderia ser na unidade básica de saúde. A comunicação será uma ferramenta fundamental para humanizar esse atendimento”, explicou o diretor-presidente do Iges-DF, Francisco Araújo.

De acordo com ele, a previsão é de que seja criado um aplicativo para ser usado pelos profissionais durante o acolhimento. Com a ferramenta, será possível informar os pacientes sobre os locais na rede pública de saúde onde há o atendimento mais adequado a sua demanda. A solenidade contou com a participação da secretária-adjunta de Assistência à Saúde, Lucilene Florêncio.

PROCESSO – Os 100 profissionais foram escolhidos pelo Iges-DF por meio de processo seletivo, que possui um cadastro reserva. Eles atuarão por 90 dias em caráter experimental, com possibilidade de serem trocados caso não cumpram com as expectativas. Nas unidades onde atuarão, o custo operacional do projeto foi orçado em R$ 322 mil por mês.

Com o projeto, o Iges-DF quer promover a construção do trabalho coletivo e a educação continuada do cidadão.

A implementação do Projeto Humanizar é uma das 15 metas do Iges-DF e faz parte do documento Planejamento de Macroprocessos julho/2019 – dezembro/2020, que foram apresentados ao governador Ibaneis Rocha no início de setembro.

Agência Saúde

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