UTI do Hospital de Ceilândia está preparada para receber pacientes com coronavírus

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Com os dez novos leitos oferecidos recentemente na UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) para pacientes com Covid-19, o DF ampliou para 352 a quantidade de leitos de terapia intensiva reservados para atendimento aos infectados pelo coronavírus (Sars-CoV-2). O total inclui os próprios da rede, conveniados e os contratados na rede privada.

No HRC, nove leitos estão preparados para oferecer suporte de hemodiálise, necessário aos que têm complicações renais, enquanto o décimo é reservado ao isolamento das pessoas detectadas pela Covid-19 ou por alguma outra doença infectocontagiosa.

Quatro desses leitos já foram ocupados desde sábado (6), quando a UTI passou a ser exclusiva para pacientes da Covid-19. A internação em leitos de terapia intensiva, informa a Secretaria de Saúde (SES),  ocorre a partir de um direcionamento da Central de Regulação de Internação Hospitalar, que funciona 24 horas por dia.

Direcionamento ágil

De acordo com o diretor do Complexo Regulador do Distrito Federal, Petrus Sanchez, um os objetivos da central é direcionar o paciente ao leito com suporte necessário o mais breve possível. Porém, alguém atendido em Ceilândia, por exemplo, não necessariamente será internado no hospital de lá.

“Tentamos priorizar que [o paciente] fique no local ou na proximidade da unidade de assistência em que se encontra, nas não é uma garantia”, explica o gestor. “No caso de Ceilândia, que tem uma população muito grande, o mais provável é que haja mais leitos disponíveis em outros lugares fora da Região Administrativa.”

Para os pacientes mais graves, dos 352 leitos públicos (UTI Covid-19) com suporte de ventilação mecânica disponíveis, 205 estão ocupados e 147 reservados na Sala de Situação – dados registrados até as 13h25 desta segunda-feira (8). A taxa de ocupação representa 58,24%.

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Rede privada

Além dos leitos para Covid-19 da rede pública de saúde, a rede de hospitais privados dispõe de 211 leitos de UTI catalogados para atender os pacientes acometidos pela doença. Desse total, 167 estão ocupados e 44 vagos, o que corresponde a uma taxa de ocupação de 79,15%.

Com informações da SES

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