A batalha do bem em Ceilândia.

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“A fé pra mim é como o rap, não adianta você
ser rap apenas quando sobe no palco, assim como não adianta “ser de
Deus” apenas quando entra na igreja, a igreja mesmo é fora da igreja,
assim como o RAP mesmo é fora dos
palcos… Seja rap com sua mãe, seja rap com sua mina, seja rap no seu
dia a dia respeitando e defendendo os nossos, bem como seja de Deus em
suas ações todos os dias aplicando os ensinamentos na sua vida
cotidiana… Rap de show e Fé de igreja pra mim não vira, é apenas
egocentrismo disfarçado e falso moralismo”. 

Por Heitor Valente/Acic

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