A nobre profissão e as vantagens pessoais

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Nenhuma profissão é mais nobre do que a política, pois quem a exerce assume responsabilidades só compatíveis com grandes qualidades morais e éticas. A atividade política só se justifica se o político tiver espírito republicano, ou seja, sua ação vise sempre o bem comum.

Já o político desvirtuado, na sua capacidade de ladrão que destrói instituições roubando decisões da vida do povo, se mostra relevante, pois pode ter uma má influência sobre a vida das pessoas maior do que a de qualquer outra profissão. Para Montesquieu (O Espírito das leis), a liberdade política para um cidadão é a tranquilidade de espírito que provém da opinião que cada um faz de sua segurança.

Neste contexto, como podemos pensar que os mensaleiros são “presos políticos” se detém liberdade de expressão e seus atos, pelos quais foram condenados, vão totalmente contra o espírito republicano do bem comum? Apenas o simples fato de terem buscado corromper o Poder Legislativo, mesmo sem que se obtivessem “vantagens pessoais”, não justifica a condição de “presos políticos”, pois agiram pontualmente contra o bem comum. Que o “espírito republicano” possa fazer com que a liberdade política de Montesquieu faça os mensaleiros repensarem suas opiniões que cada um faz de sua segurança perante o Estado republicano!

Por Tiago Tavares / Jornal Alô

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