Abandonadas, obras da segunda UPA de Ceilândia servem de esconderijo para bandidos

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Quem visita a QNR 3, em Ceilândia, Distrito Federal,  se depara com os esqueletos de uma obra inacabada de uma Unidade de Pronto Atendimento.  A segunda Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, prevista para atender 450 pessoas por dia, começou a ser construída, mas teve as obras paralisadas em 2014, por ação do Tribunal de Contas do DF (TCDFT). 

Ali foram investidos R$ 2,3 milhões do Ministério da Saúde. A fundação acumula água da chuva nas bases, a estrutura metálica está enferrujada e o pré-moldado figura em meio ao mato alto. 

Se colocada em funcionamento, a UPA abandonada diminuirá a sobrecarga existente no Hospital Regional da Ceilândia, além de atender a uma população oriunda do Sol Nascente, QNQ, QNR, Expansão do Setor O, Setor de Indústrias da cidade e até mesmo do município goiano de Águas Lindas.

Segundo o morador Edson Batista, o local virou refúgio de pessoas alcoolizadas, vândalos, usuários e traficantes de drogas, ladrões, além de outros baderneiros que tiram o sossego e trazem medo a quem vive ou trabalha por ali.


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