Acic informa: Um cadáver insepulto em Ceilândia

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Já se passaram mais 20 anos de espera e a finalização do Centro Cultural de Ceilândia, localizado na QNN 13 de Ceilândia Norte, ainda não tem solução. O que era para ser um polo de irradiação de cultura com 11.075 m², que abrigaria um cineteatro, arquivo público, teatro de arena, restaurante, ginásio de esportes e a praça para eventos como o forró, funciona somente uma biblioteca e um pavilhão de cursos.

Uma parte da obra incompleta do centro cultural se transformou em espaço para a cultura, a cultura do consumo de drogas, um cadáver insepulto, fato denunciado pela imprensa local frente a utilização do espaço inacabado como centro de uso da droga que degrada jovens e adultos de todas as classes sociais no Brasil, o crack.
Destaca-se que o aprofundamento dessas mazelas sociais requerem do GDF uma ação policial para sufocar o tráfico de drogas naquela região e segundo o estabelecimento de politica pública para recuperação de dependentes químicos de drogas ilícitas. Cabe ao governo decidir qual o projeto que ele tem para tirar o Centro Cultura de Ceilândia das páginas policiais e colocá-lo nas paginas culturais.
Ceilândia é um celeiro diverso de cultura e neste momento cabe, também, aos nossos deputados distritais ingressarem na discussão de forma que revisem suas destinações de emendas ao orçamento do DF como forma de salvarem o espaço de cultura da população ceilandense. Para a Associação Comercial de Ceilândia(ACIC), o que não é mais possível é que importante obra para o desenvolvimento da cultura local seja objeto de manchetes policiais.
 

Associação Comercial de Ceilândia – ACIC

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: