Acusado de receber R$ 90 mil de Durval, Alírio diz que não deixará o cargo

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O atual secretário de Justiça do GDF, o distrital licenciado Alírio Neto (PPS), acusado pelo delator da Caixa de Pandora, Durval Barbosa, de receber mesada mensal de R$ 90 mil na gestão do ex-governador José Roberto Arruda, afirmou ontem que não pretende deixar o cargo. Ele disse que conversou com o governador Agnelo Queiroz (PT), na última sexta-feira, para esclarecer o que estava acontecendo. “Fui ao Buriti esclarecer a denúncia, que é mentirosa. Estou num cargo que o governador pode tirá-lo a hora que quiser. Mas não dá para parar o trabalho de Brasília porque Durval decidiu atacar todas as pessoas”, argumentou.

Em depoimento ao Ministério Público, em março do ano passado, Durval revelou os supostos repasses feitos a Alírio Neto, que, à época, também estava à frente da Secretaria de Justiça. O ex-secretário de Relações Institucionais do GDF teria declarado, ainda, que o recurso era desviado de empresas contratadas pelo Detran e pela Secretaria de Justiça. Alírio Neto garantiu que jamais recebeu dinheiro dele. “Nunca recebi nenhum tostão do governo. Por que Durval não apresenta uma fita? A palavra dele só vale assim”, ironizou.

Em nota, o GDF informou que não tem conhecimento oficial sobre qualquer denúncia contra o secretário e que nas duas apurações já realizadas nada consta contra Alírio Neto que o impedisse de assumir o cargo. O presidente da Câmara Legislativa, Patrício (PT), afirmou que eventuais representações protocoladas contra o deputado licenciado na Casa serão investigadas. “Nada vai ficar embaixo do tapete”, disse.



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