Adolescente de 16 anos que teria sido vítima de estupro coletivo nega ter sofrido abuso sexual

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Higor Sousa, do R7
Caso foi registrado na 19ª Delegacia de Polícia (PNorte)Divulgação / PCDF
A adolescente de 16 anos que teria sido estuprada por sete homens na madrugada desta segunda-feira (13) após sair de uma igreja em Ceilândia, região administrativa do DF, mudou a versão da história após prestar um segundo depoimento à polícia nesta terça-feira (14).  
Inicialmente, a jovem registrou o boletim de ocorrência na 19ª DP (“P” Norte) alegando ter sido

vítima de um estupro coletivo. Durante os relatos, a moça disse que dois homens em um carro preto passaram e perguntaram quanto ela cobrava por um programa.  

Neste momento, ela teria dito que não era prostituta, mas um deles teria a empurrado à força para dentro do veículo e a levado para uma chácara em área isolada da cidade.  
No local, ela teria sido abusada por sete homens. Ela contou no primeiro depoimento que foi amordaçada e amarrada e que a mãe dela ligou no celular no momento das agressões, mas que não pôde atender porque teria sido impedida pelos supostos criminosos.  
Em seguida, ela teria sido abandonada em uma área deserta e caminhado até a delegacia. Depois de registrar a ocorrência, a jovem foi levada ao IML (Instituto Médico Legal) para fazer os exames.  
Na tarde desta terça, ela foi chamada para prestar novo depoimento na SAM (Seção de Atendimento à Mulher) da 19ª DP. Desta vez, ela teria dito que conhecia os dois homens que ofereceram carona e que ela não teria sido obrigada a entrar no veículo como tinha denunciado anteriormente.  
Por meio de nota, a Divicom (Divisão de Comunicação da Polícia Civil) informou que a garota garantiu conhecer a dupla há pelo menos um mês e que entrou no carro por vontade própria.  
Ainda, segundo a polícia, os exames do IML comprovaram que a vítima não foi amarrada ou amordaçada como relatado por ela no primeiro depoimento.   
Agora, a polícia disse que aguardará o restante dos resultados para saber se houve ou não ato sexual para continuar com as investigações. Outra expectativa que deverá ser alcançada nas próximas horas é descobrir o endereço da casa para onde a garota foi levada

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