Agnelo e Filippelli: Discutindo a relação.

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A aliança entre Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filippelli (PMDB) enfrenta um dos momentos mais difíceis desde o casamento político em 2010. O governador do DF reuniu petistas na semana passada para falar sobre o assunto. 



Admitiu, segundo o relato de quem acompanhou a reunião, ruídos na relação com o PMDB. 

O vice, por sua vez, tem reclamado muito de petistas. Considera-se desprestigiado entre integrantes do próprio governo. Enquanto isso, conversa com empresários e políticos sobre os cenários de 2014. 


Realidade

Há três meses, quando começaram os rumores de que o vice-governador Tadeu Filippelli cogitava candidatura própria, aliados de Agnelo acreditavam que havia apenas uma estratégia de barganha política para aumentar o espaço do PMDB no Executivo. Hoje, o eventual rompimento é visto como uma possibilidade real.

Azuis e verdes contra vermelhos

Eventual candidatura de Filippelli ao governo contra Agnelo depende de uma costura difícil: conquistar os apoios de José Roberto Arruda e Joaquim Roriz. Nesse grupo, deve entrar também o senador Gim Argello (PTB). Seria a união dos adversários históricos do PT.

Estratégia

Petistas já trabalham com uma eventual estratégia para atacar Tadeu Filippelli, em caso de rompimento. Traição é a palavra de ordem. Se o projeto de aliança fracassar para 2014, as idas e voltas do vice-governador entre os diferentes campos políticos serão usadas contra ele.

Mudança de ninho

Alguns integrantes do primeiro escalão que chegaram lá por indicação de Filippelli já tentam uma mudança de padrinho para permanecer no governo em caso de ruptura. O diretor do DFTrans, Marco Antonio Campanella (PPL), ganhou a confiança do governador Agnelo e se desvinculou totalmente do peemedebista. 

Coluna Eixo Capital / Correio Braziiense

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