Agnelo muda estratégia de comunicação

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Governador Agnelo Queiroz: mudanças no marketing político e maior proximidade com o povo na estratégia para manter o poder em Brasília
Jornal Opção *  “Ninguém alcança o poder sozinho e sem uma comunicação eficiente.” Esta tem sido a frase mais ouvida por Agnelo nos últimos meses, tanto por marqueteiros como por aliados e palpiteiros amigos. Convencido de que em 2013, o discurso não pode ser o já surrado “estamos arrumando a casa”, Ag­nelo já tem uma nova estratégia de marketing político pronta para ser executada logo nos primeiros dias de janeiro. Nada de amadorismo ou improvisação. “A tradição do PT foi e é a de ter o melhor marketing em campanhas, tanto institucional quanto na construção de imagem”, revelou uma fonte ouvida pelo Jornal Opção na quinta-feira, 29. Entre as possíveis mudanças consta trabalhar o lado humano e familiar do “doutor Agnelo”, médico idealista, simples, de fala mansa e amigo de Brasília. Soma-se a essta estratégia um leque de obras que o governo concluiu e tantas outras que estão sendo executadas. “Os cidadãos de Brasília acostumaram a ver grandes obras, viadutos, pontes, mas esquecem das regiões administrativas onde vivem”, conta a fonte ouvida pelo Jornal Opção.


Agnelo quer uma maior visibilidade nas ações de governo. Para o governador, “é preciso sair da defensiva, pois é só aparecer uma crítica num programa de rádio ou na TV e logo isso é transformado numa grande crítica à gestão”, tem dito aos mais próximos. “O problema maior de Agnelo não é sua gestão, mas, sim, seus aliados. Ele tem uma grande base de sustentação política, mas poucos levantam a voz para defendê-lo, principalmente quando as deputadas pessedistas Liliane Roriz, Eliana Pedrosa e Celina Leão ocupam a tribuna da Câmara Legislativa”, critica um amigo do governador.

Especula-se que haverá novas mudanças nos quadros do primeiro e segundo escalão a partir do próximo ano. Agnelo vai tirar férias e deve voltar com um novo modelo de gestão. Ele pretende, conforme apurado pela coluna, “montar um segundo governo menos político-partidário e mais técnico-político, com isso, terá mais tempo para manter contato com a população ouvindo diretamente suas queixas e tomando decisões diretas”. Embora existam muitas críticas em relação à construção do Estádio Mané Garrincha, o núcleo pensante do governo avalia que, ao ser inaugurado, o estádio terá um papel muito importante para o turismo cívico e esportivo de Brasília no pós Copa do Mundo. Na avaliação desse grupo, pode-se propor parcerias entre os principais clubes brasileiro trazendo jogos importantes para Brasília. “Assim como o Maracanã está para o Rio de Janeiro, o Mané Garrincha também pode ser mais um palco de grandes jogos. Esse discurso de que aqui não existe futebol para um estádio desta dimensão é uma bobagem. Brasília é a capital do País e um patrimônio da humanidade, portanto uma grande atração turística”, pondera o amigo de Agnelo.

Certo mesmo é que o governador não vai dar espaço aos críticos de sua gestão sem ter uma “resposta adequada e esclarecedora para a opinião pública”. De fato, 2014 está logo ali e se o governador não sair a campo os adversários tomam conta do jogo político e, então, nem com o melhor marketing ele consegue reverter os números negativos.

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