Áreas públicas em Ceilândia são invadidas por igrejas

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Supostas
igrejas em construção ocupam terras públicas invadidas na expansão
de 
Ceilândia. Elas têm
obras precárias, muitas uma do lado da outra, e os lotes ilegais
demarcados por meio de placas e faixas nas fachadas para evitar
derrubadas imediatas.

Constâncio
de Paula se diz fundador e pastor da sede da Assembleia Ministério
da Glória de Deus, construída em local irregular, mas admite que a
igreja conta com apenas oito membros.

O
pastor Ronaldo Mendes afirmou que pretende ser favorecido por causa
do trabalho realizado pela igreja que lidera. “A gente aposta
nessa possibilidade das igrejas serem favorecidas pelo nosso trabalho
social, pelo trabalho para a sociedade.”

As
obras acumulam materiais de construção e geram lixo e entulho nos
terrenos. Algumas construções possuem ligação irregular de água
direto da rede da Caesb. A luz vem de gatos no poste da CEB.


Situação
de igrejas


Em
2009, uma lei complementar do DF permitia a regularização de
terrenos ocupados por entidades religiosas até 31 de dezembro de
2006, mas o conselho especial do Tribunal de Jusiça considerou a lei
inconstitucional.

Segundo
a Agefis, desde janeiro desta ano duas igrejas contruídas até
dezembro de 2006 foram regularizadas e outros 400 templos devem
receber a documentação até o fim do ano. Mesmo assim, a diretora
do órgão, Bruna Pinheiro, falou que invasões não serão
toleradas.

“As
novas igrejas instaladas precisam participar de um processo
licitatório e comprar as suas áreas, não tem mais nenhum tipo de
legislação hoje que autorize nova invasão de área pública ou
novas ocupações sem autorização do poder público. Novas
ocupações de área pública não serão permitidas por esta
gestão.”

Informações
do G1


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