Arruda, PO e outros 33 agora são réus em ação por formação de quadrilha.

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O Juiz da 7a Vara Criminal de Brasília, Atala Correia, recebeu nesta sexta (11) a denúncia de quadrilha contra ex-governador José Roberto Arruda e ex-vice-governador Paulo Octávio na Operação Caixa de Pandora. A denúncia foi feita pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDTF). Além dos ex-governadores, também passam a responder como réus nessa ação criminal as seguintes pessoas:

Adailton Barreto Rodrigues
Alessandro Queiroz
Alexandre Tavares de Assis
Antônio Ricardo Sechis
Berinaldo Pontes
Durval Barbosa Rodrigues
Eurides Brito
Fábio Simão
Francisco Tony Brixi de Souza
Gibrail Gebrim
Gilberto Batista Lucena
José Celso Gontijo
José Eustáquio de Oliveira
José Geraldo Maciel
José Luiz da Silva Valente
Leonardo Prudente
Luiz França
Luiz Paulo Costa Sampaio
Marcelo Carvalho de Oliveira
Marcelo Toledo Watson
Márcio Machado
Maria Cristina Boner Leo
Masaya Kondo
Nerci Soares Bussamra
Odilon Aires
Omézio Pontes
Pedro do Ovo
Renato Malcotti
Ricardo Penna
Rodrigo Arantes
Roberto Giffoni
Rogério Ulysses
Rodrigo Arantes
Rubens Brunelli Júnior
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado ajuizou, nesta terça-feira, dia 8, na 7ª Vara Criminal de Brasília, 17 ações penais contra os envolvidos na denominada Operação Caixa de Pandora. Os autos do processo chegaram ao Ministério Público em 13 de março de 2014, após desmembramentos realizados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, posteriormente, pelo Tribunal de Justiça local (TJDFT).
Em nota, os promotores de Justiça afirmam que “O objetivo do Gaeco em dividir a denúncia inicial em diversas ações é agilizar a tramitação dos processos, contribuindo para a celeridade da Justiça”.
As denúncias são referentes a prática dos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha. Em todas as denúncias há pedidos de ressarcimento aos cofres públicos em valores que chegam a R$ 739.528.912,10.
O caso, que ficou conhecido como “Mensalão do DEM”, envolvia o pagamento de propina a deputados distritais por parte do então governador do DF, José Roberto Arruda, e o vice-governador, Paulo Octávio, em troca de apoio político. O esquema era abastecido, essencialmente, com valores ilícitos referentes a contratos de informática do GDF.
Blog Grande Angular / Veja Brasília

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