Artéria digital percorrerá Ceilândia.

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Internet nos túneis do metrô

Os trabalhos para expansão da Rede GDFnet acabam de ser iniciados,
utilizando os túneis do metrô. Desenvolvidos pela Subsecretaria de
Tecnologia da Informação e Comunicação da Secretaria de Planejamento, as
atividades de instalação ocorrem durante as madrugadas, conforme as
normas de segurança do metrô. Resultado de um

acordo firmado entre o
Buriti e o Metrô-DF, a expansão permitirá economia e agilidade na
ampliação da rede corporativa do Governo. O investimento é de R$ 2,5
milhões e permitirá interligar em rede de alta velocidade secretarias,
administrações regionais e demais órgãos do governo.

Para os pontos comunitários

A estimativa é de que em 60 dias seja concluído o trecho de expansão,
que vai desde a Rodoviária do Plano Piloto até a última estação do Metrô
em Samambaia. Além de apressar a transmissão de dados entre os órgãos
do Governo, a expansão promoverá os recursos necessários para que a
Secretaria de Ciência e Tecnologia instale os pontos comunitários de
acesso à internet. 



Artéria digital percorre Ceilândia

A Associação Comercial de Ceilândia agregou a sua visão estratégica
ações que visam ampliar o fomento do desenvolvimento econômico e social
do ceilandense. O momento presente exige da sociedade civil organizada
uma preocupação com os aspectos que envolvem a inclusão digital. É
consenso que o Plano Nacional de Banda Larga – PNBL, que completa hoje
um ano de existência, é um indutor da universalização do acesso à rede
mundial de computadores por parte de todos os brasileiros e, é, também,
condição de manutenção de um modelo de nação desenvolvida e menos
desigual.

A massificação do acesso em banda larga e o uso de
serviços de telecomunicações para todas as classes sociais
independentemente de renda, é um desafio a ser enfrentados por todos os
cidadãos. Entende-se que três objetivos primordiais devam ser buscados
pelo programa brasileiro de banda larga: Internet mais rápida, Internet
mais barata e expansão da cobertura do serviço. Há que se enxergar que
Internet não como ameaça e sim manancial de oportunidades. A realidade
da banda larga no Brasil nos remete a mais caras do mundo e não chega
para todos.

A construção de uma infraestrutura para suportar o
do programa é apenas o começo. Os conteúdo e as aplicações que vão rodar
em banda larga fazem parte da nova economia. É impossível falar de
rede, banda larga, e esquecer, também, da educação. O PNBL abre um leque
de difusão de acesso a informações e ensinamentos à distância,
fornecidos tanto pelo governo quanto pelas universidades públicas e
privadas. Estamos falando de um revolução na forma de adquirir e
comercializar produtos e serviços.

Como exemplo, marcado por
taxas de crescimento elevadas no Brasil ao longo dos últimos anos, o
comércio eletrônico (e-commerce) fechará 2010 movimentando em torno de
R$ 15 bilhões, quase 40% acima dos R$ 10,8 bilhões registrados em 2009.
Em 2011, a tendência de expansão deve se manter. Para a Câmara
Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), a evolução no próximo
ano ficará na casa dos 35%, mas pode ser ainda mais acelerada,
dependendo de fatores como aumento do acesso à banda larga, da
bancarização online e da oferta de crédito.

E Ceilândia, como
fica neste contexto? A cidade já tem instalada uma grande artéria
desenvolvimento moderno, as chamadas fibras ópticas, que percorrem a
infraestrutura urbana de norte a sul, ao lado dos trilhos do metrô do
Distrito Federal. O que falta para que esta grande oportunidade se torne
realidade no sentido de oferecer acesso a Internet de alta velocidade a
toda a população, basta que o governo do Distrito Federal elabore um
plano de uso destas fibras, em parceria com a iniciativa privada, de
forma que empreendedores se utilizem desta infraestrutura e instalem
antenas que iluminariam a cidade e ofereceriam acesso à rede mundial a
preços razoáveis a população e ao setor produtivo, aumentando a oferta e
barateado os atuais altos custos de acesso a Internet. A contrapartida
seria os parceiros privados disponibilizarem acesso a Internet as
escolas públicas, posto de saúde, hospitais e demais serviços públicos
disponíveis na cidade.

O desafio foi lançado, basta que
tenhamos visão estratégica, de forma a identificarmos que a expansão da
oferta do serviço de banda larga é condição de desenvolvimento social e
econômico da sociedade moderna. Incentivar o empreendedorismo e as ações
inovadoras, advindas deste processo, contribuirá para a diminuição dos
preços do acesso a Internet ao usuário final, permitindo que toda
população brasileira, em especial, a ceilandense tenha acesso a
informação e construa novos conhecimentos.
Informações perfil da Acic facebook.

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